Rondonópolis (MT) – A Avenida Bandeirantes virou armadilha nesta sexta (16) após um veículo deixar um rastro de óleo no asfalto. Motos derraparam, motoristas entraram em pânico e o risco de tragédia foi real.
A Semob informou que a limpeza começou às 17h e só terminou às 19h. Agentes de trânsito ajudaram no serviço da Coder, e fizeram nada além da obrigação. O problema é que se estivessem fiscalizando de verdade, poderiam ter evitado ou minimizado o caos.
E o detalhe que revolta: esses mesmos agentes, quase invisíveis no dia a dia do trânsito mais violento de Mato Grosso, recebem salários que chegam a R$ 31,5 mil por mês, em média mais de R$ 25 mil por uma jornada de 6 horas diárias.
O resultado? Fiscalização zero, acidentes em alta e uma cidade entregue ao improviso. O contribuinte paga caro e recebe pouco.
📢 Recado do Marreta:
Não adianta esfregar asfalto por duas horas e achar que é favor. Rondonópolis não precisa de lenda urbana com farda amarela, precisa de fiscalização real e agentes presentes nas ruas. Quem ganha salário de luxo tem obrigação de dar resultado, não desculpas.
























