Um dos passageiros baleados durante um tiroteio no metrô de São Paulo foi feito de “escudo humano” pelos criminosos. Seis pessoas ficaram feridas após um policial de folga reagir a um assalto dentro da estação São Bento, na região central da capital paulista, no início da tarde desse sábado (30/5).
Segundo o boletim de ocorrência, obtido pelo Metrópoles, o policial havia acabado de comprar um computador portátil na 25 de Março, considerada o maior centro comercial a céu aberto da America Latina. Após a compra, o agente entrou na estação de metrô para voltar para casa.
Antes de passar pelas catracas, ele foi abordado por três indivíduos, que anunciaram o assalto. “Não reage e fica quietinho”, teria dito um deles, enquanto o outro começou a manusear a mochila do agente. Os homens teria apontado uma arma para a cabeça do policial.
Testemunhas relataram que, após a abordagem, o policial e folga reagiu, sacou uma pistola e atirou contra os assaltantes. Nesse momento, um dos criminosos teria “se escondido atrás do passageiro”.
A vítima, identificada como Edvan, 34, foi atingida no abdomen e na coxa esquerda, além de ter fraturado um braço durante o ocorrido. Ele foi socorrido para a Santa Casa, onde passou por procedimento cirurgico. Segundo informações preliminares, o quadro é estável.
Edvan é pai de um bebê de 11 meses, também atingido pelos disparos. A criança, segundo as autoridades, não corre risco de morte. Outros três passageiros foram baleados. O quadro de saúde de ambos é estável.
Um dos assaltantes também foi atingido pelos disparos e acabou preso em flagrante. Ele foi identificado como hiago Aparecido Campos e encaminhado ao Hospital São Paulo, onde recebeu atendimento.
Os outros dois criminosos conseguiram fugir pelas dependências do metrô e são procurados pelas autoridades. A ocorrência foi apresentada no 8° Distrito Policial e as investigações prosseguem prosseguem com o objetivo de identificar e prender os demais envolvidos na ação criminosa. Procurada, a Secretaria de Segurança Pública (SSP) afirmou que o caso terá acompanhamento da Corregedoria da Polícia Civil por meio de procedimento correcional.
























