Maria Eduarda, conhecida pelos apelidos de “Japinha da CV” ou “Penélope”, reapareceu pela primeira vez após ser dada como morta durante megaoperação policial no Rio de Janeiro que acabou com 121 mortos – 117 suspeitos e 4 policiais.
Em um vídeo, ela nega ter participado do confronto com a polícia há duas semanas e afirma que os boatos sobre sua morte foram criados na internet.
“Eu não tinha vindo falar, com vocês sabem, né? Tudo isso que tá rolando na internet, boatos que eu tinha [morrido]. Então, eu tô viva, sim, tô viva,” declarou Maria Eduarda.
Ela atribuiu a confusão à circulação de fotos antigas onde aparece fortemente armada, afirmando que as imagens são de um “passado” que não vive mais. “A internet já vinculou fotos, imagens de uma vida minha passada, na qual eu não levo mais. Trouxe à tona e falando que eu tinha [morrido]”, explicou.
Penélope, como também é chamada, reforçou que sua família nunca confirmou a morte. “Minha família em nenhum momento veio falar nada sobre isso […] E a internet começou a especular, né? Várias coisas. Inventar várias coisas.”
A morte que não aconteceu
A notícia da morte da “Japinha” surgiu durante uma megaoperação realizada há duas semanas nos Complexos da Penha e do Alemão. Na ocasião, após o confronto, circularam imagens do corpo de um homem morto com um tiro de fuzil no rosto, que foi erroneamente atribuído como sendo o de Penélope.
A própria Secretaria de Segurança Pública do Rio de Janeiro chegou a incluir o nome da mulher na lista de mortos na operação, mas voltou atrás e retificou a informação, afirmando que ela não estava na lista oficial.

























