O passaporte brasileiro alcançou a segunda posição entre os mais poderosos da América Latina, segundo o Global Passport Index 2026. No cenário global, o documento nacional aparece em 49º lugar, subindo uma posição em relação ao levantamento de 2025.
A pesquisa analisa a possibilidade de viagens com o passaporte (com ou sem visto), além de oportunidades de investimento e qualidade de vida oferecidas. Ao todo, são analisados 197 países.
No caso do Brasil, o documento teve pontuação positiva no quesito mobilidade e qualidade de vida, mas sofreu em relação às oportunidades econômicas. O país, contudo, perdeu apenas para o Chile na América Latina, que ficou em 46ª posição no ranking global.
O título de passaporte mais poderoso do mundo ficou com a Suécia, que marcou pontuação positiva em todos os indicadores. Completam o top 5 Suíça, Finlândia, Alemanha e Holanda. O Afeganistão, por sua vez, permanece em último lugar, ao lado de Somália, Sudão do Sul, Iêmen e Síria.
“A edição de 2026 do Global Passport Index documenta um ano moldado pela consolidação dos sistemas digitais de gestão de fronteiras, uma liberalização asiática moderada das fronteiras e a persistência da desigualdade estrutural de mobilidade entre o Norte Global e o Sul Global”, diz o relatório.
Veja os 10 primeiros colocados do ranking global:
Suécia
Suíça
Finlândia
Alemanha
Países Baixos
Dinamarca
Irlanda
Reino Unido
Noruega
Singapura
Veja os 10 últimos colocados do ranking global:
Sudão
República do Congo
República Centro-Africana
República Democrática do Congo
Eritreia
Síria
Iêmen
Sudão do Sul
Somália
Afeganistão























