Rondonópolis (MT) — O site Marreta Urgente realizou, nesta terça-feira (22), uma enquete-relâmpago online para medir a preferência dos internautas sobre qual nome da cidade escolheriam para deputado ou deputada estadual nas eleições de 2026. A consulta pública ficou no ar por apenas cinco horas, entre 14h30 e 19h30, e mobilizou a participação de 8.136 internautas.
Com 16% dos votos válidos (1.265 votos), a médica e vereadora Dra. Luciana Horta (PL) saiu na frente. Logo atrás, com pequena diferença, ficou o advogado e ex-secretário municipal Vinícius Amoroso (PSB), que conquistou 15% (1.227 votos). A disputa entre os dois mostra que ambos já mobilizam suas bases e que o engajamento digital foi um fator decisivo para alcançar os eleitores conectados.
Em terceiro lugar apareceu o vereador Wesley Cláudio (NOVO), com 11% (868 votos), seguido de perto pela empresária Marchiane Fritzen (UNIÃO), com 10% (853 votos).
Quem também chamou atenção na sondagem foi a primeira-dama e secretária municipal de Promoção e Assistência Social, Alessandra Ferreira. Ela recebeu 8% (652 votos) e apareceu à frente de nomes tradicionais como Sebastião Rezende, Thiago Silva e o ex-prefeito Zé do Pátio. Alessandra, que tem seu nome ventilado nos bastidores como possível candidata em 2026, surpreendeu positivamente em sua primeira aparição em um levantamento público.
Nomes tradicionais, como os deputados estaduais Sebastião Rezende (UNIÃO) com 8% (618 votos) e Thiago Silva (MDB) que somou 4% (353 votos), o Ex-prefeito Zé do Pátio (PSB), apenas 2% (136 votos), aparecem bem abaixo na preferência.
O resultado indica que novas lideranças e figuras com presença mais ativa nas redes sociais ganham terreno frente a políticos mais tradicionais.
Obviamente, aqueles que melhor trabalharam suas redes sociais e se engajaram com os internautas, distribuindo o link da enquete, apresentaram um melhor resultado. A estratégia digital já mostra que será decisiva para fortalecer nomes e dar visibilidade aos projetos políticos em 2026.
A enquete não se trata de pesquisa eleitoral oficial e, portanto, não possui metodologia científica ou controle de amostra, conforme previsto no artigo 2º da Resolução 23.364/2011 do TSE. O levantamento reflete apenas a opinião dos internautas que participaram e não pode ser usado como previsão de resultado eleitoral.

























