O presidente de um time de futebol amador e um influenciador digital de Várzea Grande, região metropolitana de Cuiabá, foram alvos da Operação Ludus Sordidus, que investiga a atuação de uma facção criminosa em esquemas de tráfico de drogas, jogos de azar, estelionato e lavagem de dinheiro, nesta quinta-feira (21). As ordens da operação foram cumpridas em Cuiabá, Várzea Grande e Nova Odessa (SP).
Segundo a Polícia Civil, o presidente do time usava projetos sociais como fachada, mas controlava o tráfico de drogas e jogos ilegais em bairros da capital, como Osmar Cabral e Jardim Liberdade. Ele também recebia 10% dos lucros de uma plataforma de apostas clandestinas e dinheiro de golpes em sites de compra e venda, além do tráfico.
Já o influenciador, também ligado à facção, ostentava grandes quantias de dinheiro, viagens e cruzeiros em redes sociais. De acordo com as investigações, ele integrava um esquema de exploração das “bets” ilegais e foi preso recentemente por tráfico de drogas.
Na ação, foram determinados 10 mandados de prisão preventiva, oito de busca e apreensão, além do bloqueio de R$ 13,3 milhões em contas bancárias. A Justiça também autorizou o sequestro de oito imóveis e de veículos de luxo registrados em nome de integrantes e de laranjas usados pelo grupo.


























