Nilson Leitão mal assumiu o comando do PP e já resolveu soprar brasa fria. Chegou atrasado, pegou uma conversa vencida e tentou vender como articulação nova: que o PL abandone Wellington Fagundes(PL) e apoie Otaviano Pivetta (Republicanos).
O PL não está em dúvida, nem em negociação desse tipo. Tem projeto, tem rumo e tem decisão tomada. Quando Leitão fala em “possibilidade enorme” se o PL recuar, ele confunde desejo com realidade. Querer cabeça de chapa todo mundo quer. Ter força pra isso é outra história.
A própria fala dele entrega o atraso: “vou ouvir”, “vou conversar”, “estou chegando agora”. Enquanto isso, o PL já bateu o martelo. Em 2026, vai de Flávio Bolsonaro à Presidência e de Wellington Fagundes ao Governo.
No fim, a tentativa diz mais sobre a importância do PL do que sobre o PP. Ninguém pede desistência a partido fraco. Ninguém tenta tirar do caminho quem não incomoda.
Nilson chegou depois do apito final querendo mudar o placar. O PL já escolheu jogar sozinho e como já disseram inúmeras lideranças não tem vocação pra coadjuvante.
A síndrome de Barrichello pode custar caro, sendo simples detectar, o sujeito acelera, faz barulho, dá entrevista dizendo que está no páreo… mas na hora H tira o pé, abre passagem e deixa outro cruzar a linha de chegada sorrindo para a foto. Motor ligado, ambição no retrovisor.
No caso do Nilson Leitão, o roteiro é conhecido. Volta ao jogo, assume partido, fala grosso, posa de estrategista, promete protagonismo. Só que…….























