O empresário Jorlan Cristiano Ferreira, de 44 anos, foi condenado a 13 anos e seis meses de prisão pelos crimes de feminicídio, fraude processual e ocultação de cadáver, pelo assassinato da jovem Mayla Rafaela Martins, de 22 anos, em Lucas do Rio Verde, a 354 km de Cuiabá.
Em janeiro de 2024, Mayla foi encontrada morta, com marcas de golpes de faca pelo corpo, em uma fazenda às margens da MT-485, no município de Sorriso. Segundo a Polícia Civil, os dois mantinham um relacionamento.
Durante o julgamento, os jurados reconheceram que o homicídio foi praticado por razões relacionadas à condição feminina da vítima, caracterizado pelo menosprezo e pela discriminação de gênero.
O Ministério Público apontou ainda que o crime foi motivado por sentimento de posse do réu diante da recusa da vítima em manter um relacionamento.


























