sexta-feira, junho 19, 2026
More

    Siga o Marreta Urgente

    Últimas Postagens

    Bolsonaro terá redução de 1 ano de prisão lendo e trabalhando, prevê cálculo de Paulinho

    Os cálculos do deputado Paulinho da Força (Solidariedade-SP) para a redução da pena de Jair Bolsonaro (PL), obtidos pelo SBT News, incluem o perdão de 1 ano do total do regime fechado por leitura e trabalho.

    O relator do projeto, que está na pauta de votações do plenário da Câmara, afirma que Bolsonaro sairá de uma condenação a regime fechado de quase sete anos para 2 anos e 4 meses, caso o texto seja aprovado.

    O ex-presidente foi condenado pelo Supremo Tribunal Federal a 27 anos e 3 meses no julgamento da trama golpista. Desse total, quase 7 deveriam ser cumpridos em regime fechado.

    O projeto relatado por Paulinho estabelece a vedação à condenação somada dos crimes de tentativa de abolição violenta do Estado democrático de Direito e de golpe de estado, além de flexibilizar as regras para progressão de pena –após o cumprimento de um sexto da pena, não mais um quarto.

    Com isso, o regime fechado de Bolsonaro seria reduzido a 3 anos e 4 meses.

    O projeto estabelece, porém, remição da pena, compatível com prisão domiciliar, por estudo ou trabalho.

    “Com previsão legal, a cada 6 dias de leitura abate-se 1 dia de pena; a cada 3 dias de trabalho, abate-se 1 = progressão aproximada em 2 anos e 4 meses”, diz os cálculos usados pelo deputado do Solidariedade.
    A Lei de Execução Penal prevê que condenados podem reduzir o tempo de cumprimento da pena por meio de atividades de trabalho, estudo e leitura, mecanismo conhecido como remição.

    Pela regra geral, três dias de trabalho correspondem a um dia de pena abatido, enquanto 12 horas de estudo, presenciais ou a distância, também descontam um dia.

    Em muitos estados, programas de ressocialização permitem ainda a remição pela leitura, que concede até quatro dias de abate por obra lida e resenhada.

    O texto do PL da redução de penas da Dosimetria amplia a aplicação desse benefício ao deixar explícito que a remição continua valendo mesmo no regime domiciliar.

    Hugo Motta consultou ao menos dois ministros do Supremo antes de anunciar o acordo para a votação do PL da Dosimetria.

    O avanço da proposta é bem recebido por uma ala mais política do tribunal, que tem como expoentes os ministros Gilmar Mendes e Alexandre de Moraes.

    Os dois ministros deram recados à cúpula da Câmara de que não devem interferir na mudança da dosimetria das penas caso haja acordo entre o Congresso e o governo Lula.

    Deixe seu comentário

    Siga o Marreta Urgente

    Latest Posts

    Informe Publicitário

    Câmara Rondonópolis -Junho Violeta - Violência aos Idosos

    TRANSPORTE PÚBLICO-PREF. RONDONÓPOLIS

    sexta-feira, junho 19, 2026

    BRASIL

    Carregando...