O delegado Bruno Abreu, responsável pela investigação da morte de Rozeli da Costa Nunes, descartou nesta terça-feira (23) o envolvimento de Aline Kounz na morte da personal trainer, em Cuiabá.
Segundo ele, as provas produzidas em inquérito não apontaram, a princípio, envolvimento da esposa do militar.
“Ela negou sua participação. E todas as provas reunidas não dão indícios da participação dela. Nesse sentido, opinei pela liberdade dela”, explicou Abreu.
No domingo (21), o PM já havia se entregado, confessou o crime e teve a prisão mantida pela Justiça. Desde o dia 15, o casal estava foragido.
Aline era alvo de um mandado de prisão preventiva e foi ouvida pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), nesta terça-feira (23). O depoimento acontece um dia após o esposo PM confessar a autoria do crime.
Após ser ouvida, Aline foi conduzida ao fórum e ainda deve passar por audiência de custódia. O caso, contudo, foi redistribuído para a 1ª Vara Criminal de Várzea Grande.
Rozeli deixou dois filhos, de 6 e 12 anos, e o marido, que é caminhoneiro e estava viajando a trabalho, em Sorriso, a 420 km da capital, quando o crime ocorreu. Ela foi morta a tiros enquanto saía de carro para o trabalho, na quinta-feira (11).
























