RONDONÓPOLIS (MT) – A semana promete ser de turbulência pesada. A Assembleia Geral Extraordinária da CODER, marcada para esta segunda (17) às 9h, já nasce sob risco de confusão, ruído e possível tentativa de interrupção da votação que pode selar a liquidação da Companhia de Desenvolvimento de Rondonópolis.
Nos bastidores, a conversa é uma só; há articulações para tumultuar a assembleia. Informações que circulam entre servidores, conselheiros e lideranças políticas apontam para um movimento orquestrado pelo vereador Wendel Girotto, o “Stédile do Rio Vermelho”, histórico militante do PT e figura muito ativa em mobilizações sociais.
Fontes afirmam que Girotto estaria arregimentando militantes e simpatizantes para marcar presença e tentar impedir que a assembleia avance para votação. Ele mesmo confirmou em vídeo que estará presente. A ideia seria criar um ambiente de pressão e barulho suficiente para travar o processo e empurrar a decisão para frente.
A estratégia não surpreende quem conhece o estilo do PTzão , famoso por sua atuação em movimentos de base, ocupações e protestos, sempre disposto a transformar qualquer espaço em palanque.
Para piorar a temperatura, o vereador já levou o caso ao Ministério Público, que abriu investigação sobre o fechamento da CODER. A movimentação jurídica virou combustível para o embate político, alimentando a narrativa de perseguição, golpe administrativo e desmonte da máquina pública.
O clima, portanto, é de guerra anunciada. A assembleia que deveria apenas votar uma pauta administrativa virou palco de disputa ideológica, pressão sindical, ativismo político.
Rondonópolis inicia a semana no modo “inflamado” e todo mundo sabe que basta uma faísca para o incêndio começar.

























