RONDONÓPOLIS (MT) — A redução da tarifa do transporte coletivo para R$ 2 segue repercutindo em Rondonópolis e ganhou destaque nas palavras da ex-secretária de Assistência Social e primeira-dama Alessandra Ferreira, que classificou a medida como uma ação de impacto direto na vida das famílias mais humildes da cidade.
Segundo Alessandra, a diminuição no valor da passagem vai muito além de uma questão econômica. Para ela, a mudança representa cuidado com quem depende diariamente do ônibus para trabalhar, estudar, buscar atendimento médico e sustentar a família.
“Eu já andei muito de ônibus na minha infância, na adolescência e também quando estava recém-casada. Sei o quanto a passagem pesa no orçamento de quem trabalha todos os dias e luta para cuidar da família. Quando conseguimos reduzir esse custo, estamos levando mais dignidade e mais tranquilidade para dentro das casas das pessoas”, afirmou.
A primeira-dama destacou que, para muitas famílias, cada real economizado no transporte pode significar mais alimento dentro de casa, compra de remédios, ajuda nas despesas básicas ou até um pequeno momento de lazer para os filhos.
Segundo ela, a medida fortalece principalmente trabalhadores, estudantes, donas de casa e pessoas que dependem do transporte público diariamente.
“Às vezes, aquilo que parece pequeno para alguns, faz uma enorme diferença para quem precisa escolher entre uma coisa e outra no fim do mês. O transporte acessível significa inclusão, oportunidade e respeito com a população”, declarou.
A tarifa reduzida passou a ser vista pela gestão municipal como uma das principais ações sociais da atual administração, justamente por atingir diretamente milhares de pessoas que utilizam o transporte coletivo todos os dias.
Além do impacto financeiro, Alessandra também ressaltou que a redução incentiva o uso do transporte coletivo e amplia o acesso da população aos serviços e oportunidades dentro da cidade.
A medida foi anunciada pelo prefeito Cláudio Ferreira durante a inauguração do novo terminal urbano de Rondonópolis.



























