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    Empresas esperam ataques cibernéticos em até um ano

    Dois em cada três executivos de TI de nível C acreditam que suas empresas serão alvos de ataques cibernéticos nos próximos 12 meses. É o que revela a pesquisa da Quest Software, que reuniu respostas de 300 de funcionários em posição de decisão de empresas de manufatura.

    Os entrevistados indicaram que, no setor avaliado, as ameaças de segurança mais significativas são ransomware (22%), espionagem industrial (21%) e ameaças patrocinadas pelo estado (21%). Enquanto isso, 35% dos entrevistados identificaram ransomware/malware como a forma mais comum de ataque, enquanto 27% citaram phishing/engenharia social.

    “A pesquisa realizada pela Quest levanta várias razões que motivam a percepção das empresas de insegurança digital, entre elas o aumento na sofisticação dos ataques cibernéticos, aumento na dependência de tecnologias e ameaças internas”, acredita Clerio Almeida, CEO da Brasiline Tecnologia, especializada em segurança da informação.

    Possíveis ataques expõem as empresas a diversos riscos de prejuízos, sendo o mais comum deles o financeiro. Segundo a pesquisa, mais de 38% das organizações de manufatura esperam perdas de receita que variam de US$ 20 milhões a US$ 50 milhões se o ambiente Active Directory for comprometido por 24 horas. Outros 32% antecipam perdas entre US$ 50 milhões e US$ 100 milhões.

    Além disso, os entrevistados acreditam que haverá impacto da cibersegurança na adoção de novas tecnologias: mais de 66% dos executivos indicaram que possíveis ameaças cibernéticas devem prejudicar a velocidade de adoção da tecnologia em suas organizações.

    “Treinar os funcionários sobre boas práticas de segurança cibernética é fundamental. Além disso, é preciso implementar firewalls e sistemas de detecção de intrusões, e sempre se manter atualizado sobre ameaças e vulnerabilidades”, afirma Almeida. 

    Outros dados

    Um terço dos executivos identificaram o ritmo acelerado de adoção de novas tecnologias como o maior desafio na lacuna de habilidades em segurança cibernética. A dependência de tecnologia legada (32%) e restrições orçamentárias (27% vieram logo na sequência. 

    Além disso, a escassez de habilidades em suas equipes foi indicada por 80% dos entrevistados como algo que afetou negativamente a segurança cibernética de sua organização.  

    “As empresas não têm a proteção cibernética como seu foco principal. Contratar um provedor MSSP com SOC é uma alternativa que oferece um melhor custo-benefício, pois esses provedores são especializados em identificar riscos, implementar medidas de segurança e responder a incidentes de forma eficiente.”, finaliza Almeida.

    Para saber mais sobre a Brasiline no ambiente tecnológico basta acessar: www.brasiline.com.br 

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