RONDONÓPOLIS (MT) — Se antes era promessa, agora virou obra. A gestão de Cláudio Ferreira entrou fazendo. E já tem apelido rodando solto: o homem do fazimento.
Desde que sentou na cadeira, o prefeito resolveu pisar no acelerador. Nada de empurrar problema com a barriga. O negócio é fazer e começar a entregar.
O Trevão, que por anos virou novela, agora tem obra no radar. O viaduto ali na BR-163 com a 364 é daqueles que muda o trânsito. E não parou nisso. Já tem outro viaduto na mira, na Fernando Corrêa com a Lions, ponto travado da cidade.
No chão, onde o povo sente, o asfalto começou a aparecer. O Sagrada Família, que vivia na poeira e na lama, entrou na lista e virou vitrine. O acesso ao Campo Limpo também entrou no pacote, levando estrutura pra zona rural.
Na saúde, a UPA 24h passou por reforma, ganhou cara nova e voltou a funcionar como deveria. Depois de anos largada, finalmente mexeram.
E vem coisa grande por aí. A Policlínica Regional é projeto pesado, daqueles que, quando sair do papel, muda o atendimento na cidade.
Na parte social, o Reforma Solidária começou a mexer na casa de quem realmente precisa. Já o “Minha Praça” divide a responsabilidade e pode dar outro padrão aos espaços públicos.
Na educação, tem escola nova no pacote com o Estado, mirando crescimento e estrutura. Além disso, já há reconhecimento por avanços que colocam Rondonópolis em destaque em rankings.
A lógica da gestão é uma só: serviço. Obra visível, resultado rápido e resposta pra população.
Ainda tem muito pra andar. Mas uma coisa ninguém discute mais: a cidade começou a se mexer. E o apelido caiu como uma luva.
Cláudio Ferreira virou o homem do fazimento.



























