RONDONÓPOLIS (MT) — O ônibus que pegou fogo na tarde de segunda-feira (13), no Parque Universitário, poderia ter terminado em tragédia. Mas não terminou. E isso tem motivo: a prioridade foi gente, não patrimônio.
Segundo a Lions Tur, o motorista percebeu a fumaça ainda no início, parou o veículo imediatamente e retirou todos os 14 passageiros com rapidez e segurança. Nenhuma pessoa ficou ferida.
O fogo veio depois, forte, rápido e sem dar margem pra controle total no começo. O veículo ficou destruído, mas o que importa foi preservado: vidas.
A própria empresa admite que houve tentativa de conter o princípio de incêndio com extintor, mas as chamas se alastraram. Ainda assim, o foco naquele momento não era salvar o ônibus, era tirar todo mundo de dentro. E isso foi feito.
Segundo consta na apuração interna, a suspeita é de curto-circuito no sistema do elevador de acessibilidade.
Mesmo com o prejuízo material, a Lions Tur reforçou na nota que a segurança dos passageiros, do motorista e de terceiros sempre vem em primeiro lugar. E nesse caso, não é discurso. É fato.
Num cenário onde segundos fazem diferença, a resposta foi imediata. Não teve hesitação, não teve tentativa de “segurar situação”. Teve decisão.
O resultado está aí: um ônibus perdido, mas 14 pessoas voltando pra casa.
E no fim das contas, é isso que separa um susto de uma tragédia.






















