MATO GROSSO — O Ranking de Competitividade dos Estados (2025), elaborado pelo Centro de Liderança Pública (CLP), colocou Mato Grosso em evidência no pilar Educação. O Estado foi o que mais avançou posições no ranking geral do pilar, saltando da 16ª para a 8ª colocação, um ganho de oito posições em relação a 2023.
O destaque principal veio na Taxa de Frequência Líquida do Ensino Médio, indicador em que Mato Grosso avançou 19 posições, mostrando que mais jovens estão, de fato, frequentando a escola na idade correta. Também houve melhora na Taxa de Frequência Líquida do Ensino Fundamental (+13 posições), no IDEB (+2) e no ENEM (+1).
O MT conseguiu colocar mais alunos dentro da sala de aula, especialmente no ensino médio, historicamente um dos maiores gargalos da educação brasileira. Não é pouca coisa.
Avanço existe, mas ainda há muito a fazer.
O pilar Educação avalia tanto o acesso quanto a qualidade do ensino, incluindo indicadores como IDEB, ENEM e o IOEB (Índice de Oportunidades da Educação Brasileira).

Segundo consta no estudo, não basta investir apenas em salário e qualificação de professores. A gestão das unidades escolares aparece como ponto central. Em português claro: sem gestão eficiente, o sistema não anda, mesmo com dinheiro e boa intenção.
Um dos diferenciais do ranking é o indicador de avaliação da educação, que premia os estados que possuem programas próprios de avaliação da educação básica, aplicados de forma regular. Mato Grosso pontua melhor justamente por manter avaliações frequentes, o que permite diagnosticar falhas e corrigir rumos.
Criado em 2011 pelo CLP, com apoio técnico da Economist Intelligence Unit em suas primeiras edições e, atualmente, desenvolvido pela Tendências Consultoria, o ranking existe para apontar onde o Estado avança e onde ainda tropeça. Gerando maior objetividade no planejamento de cada governo.



























