segunda-feira, maio 25, 2026
More

    Siga o Marreta Urgente

    Últimas Postagens

    Desembargador do caso de estupro de menina é alvo de operação da PF

    A Polícia Federal realizou uma operação para coletar provas no caso do desembargador mineiro Magid Nauef Láuar, afastado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) após absolver um homem de 35 anos acusado de estuprar uma menina de 12 anos. A ação ocorreu em Minas Gerais e busca subsidiar as investigações em curso no órgão de controle do Judiciário.

    PF recolhe material eletrônico


    Segundo informações obtidas pela reportagem, os agentes recolheram documentos, pen drives e computadores utilizados pelo magistrado. Todo o material passará por análise pericial.

    Um relatório com o resultado da operação será elaborado pela Polícia Federal e encaminhado ao CNJ, que conduz o procedimento sobre a conduta de Láuar. De acordo com as investigações, cinco pessoas já prestaram depoimento e outras duas ainda devem ser ouvidas, em oitivas realizadas por videoconferência.

    Entenda o afastamento do desembargador


    O CNJ determinou o afastamento imediato de Magid Nauef Láuar do Tribunal de Justiça de Minas Gerais após o desembargador ter absolvido um homem de 35 anos acusado de estuprar uma menina de 12 anos. Depois da forte repercussão e da indignação popular, Láuar voltou atrás e mandou prender o homem e a mãe da criança envolvida no processo.

    Segundo o conselho, a mobilização social em torno da decisão levou à identificação de suspeitas sobre a conduta do magistrado. A partir desse movimento, o órgão passou a apurar possíveis delitos contra a dignidade sexual atribuídos ao desembargador.

    Denúncias e próximos passos


    De acordo com o CNJ, os supostos crimes teriam ocorrido quando Láuar ainda atuava como juiz nas comarcas de Ouro Preto e Betim, em Minas Gerais, antes de chegar ao segundo grau. O conselho informa que já recebeu cinco denúncias relacionadas ao magistrado, que subsidiam as apurações em andamento.

    O órgão afirma que o afastamento é necessário para garantir que as investigações sigam de forma livre, sem influência do desembargador sobre testemunhas ou processos. Na avaliação do conselho, a medida cautelar busca assegurar a independência das apurações e responder às preocupações levantadas pela sociedade em relação ao caso que envolveu a menina de 12 anos. O relatório da Polícia Federal deve reforçar a base de informações que embasam as decisões futuras do CNJ sobre o magistrado

    Deixe seu comentário

    Siga o Marreta Urgente

    Latest Posts

    Informe Publicitário

    IPTU 2026 - PREF.RONDONÓPOLIS

    TRANSPORTE PÚBLICO-PREF. RONDONÓPOLIS

    segunda-feira, maio 25, 2026

    BRASIL

    Carregando...