RONDONÓPOLIS (MT) — A novela do Residencial Celina Bezerra ganhou mais um capítulo, e dessa vez com balde de água fria em discurso pronto que o ex-prefeito e pré-candidato a deputado estadual Zé do Pátio vinha vendendo por aí.
Durante reunião convocada pelo vereador Vinícius Amoroso, na URAMB, o que já era dúvida virou confirmação oficial: o residencial não está liberado para entrega.
Sem rodeio, o superintendente do Banco do Brasil, José Carlos Marinho, foi direto ao ponto: não existe atalho. Primeiro a obra precisa estar 100% concluída. Só depois entram as etapas de análise cadastral, sorteio e definição dos beneficiários. Traduzindo: nada de entrega antecipada, nada de “já tá pronto”.
Do lado da construtora, a história não muda. Gilmar Guimarães Junior, da Eldorado, admitiu que o empreendimento ainda passa por ajustes finais e correções apontadas em vistoria técnica do banco.
Em bom português, daquele que não dá margem pra discurso: a obra ainda não acabou.
E é aí que a narrativa vendida começa a cair.
Enquanto tinha gente alardeando entrega, tentando surfar politicamente em cima da expectativa de quem sonha com a casa própria, Banco do Brasil e construtora vieram e colocaram o freio de mão puxado.
A realidade é seca: sem obra concluída, sem chave na mão.
O caso escancara um problema velho conhecido do eleitor. Promessa antes da hora, discurso inflado e tentativa de transformar expectativa em palanque.
Quem tá esperando apartamento não quer promessa reciclada nem discurso bonito. Quer a chave, quer data, quer respeito.
Agora, com a versão oficial escancarada, fica difícil sustentar fantasia. O Celina Bezerra ainda não está pronto.
E no fim, a conta é simples: falaram demais… e a realidade entregou bem menos.
Um post compartilhado por Marreta Urgente (@marretaurgenteroo)



























