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    Quarteto Esquerdástico vive de chilique político, enquanto Cláudio governa com pulso firme

    RONDONÓPOLIS (MT) — Enquanto a Prefeitura trabalha, entrega obras e tenta colocar ordem na casa, um grupo resolveu viver de ataque, chilique virtual e saudade do poder perdido. Surge então o Quarteto Esquerdástico, a nova encarnação política de velhos conhecidos que não aceitaram o resultado das urnas e decidiram fazer oposição no grito.

    Vale lembrar que esses mesmos personagens, em outros tempos, se autointitulavam com orgulho de “kamikazes do Zé”. A missão era simples: se jogar contra qualquer crítica ao ex-prefeito Zé Carlos do Pátio, mesmo que fosse verdade. Só que o tempo passou, a gestão acabou, a força política murchou e a kamikazagem perdeu audiência. A solução? Trocar de nome, trocar de personagem e fingir que agora são algo novo.

    No papel de cérebro do grupo aparece Carlos Vinícius, filho de ex-prefeito e autor intelectual das postagens indignadas. É ele quem tenta transformar cada ação de Cláudio Ferreira em crise, mesmo quando a cidade vê avanço, organização e comando. Carlos pensa, escreve e articula, sempre com aquela pose de “iluminado”, mas com dificuldade crônica de reconhecer que Rondonópolis decidiu virar a página.

    Pedro Araújo, irmão do ex-prefeito Zé do Pátio e ex-secretário de Cultura, entra como o representante oficial do “passado recente que deu errado”. Tenta posar de opositor moderno, mas carrega no currículo a gestão que o eleitor rejeitou. Critica Cláudio Ferreira com entusiasmo, mas esquece convenientemente de explicar o que ele próprio fez quando teve a caneta na mão.

    Na retaguarda, firme e previsível, está Wagner Gurizinho, o guarda-costas político do antigo governo. Sempre pronto para defender Zé do Pátio, sempre disposto a relativizar erros do passado e sempre indignado com qualquer decisão da atual gestão. É o típico caso de quem confunde lealdade com cegueira política.

    Fechando o quarteto, Elvis Mossoró, esquerdista de carteirinha, sem disfarce e sem vergonha. Também vindo da gestão anterior, mantém o discurso ideológico clássico: muita palavra de ordem, muita crítica, zero autocrítica. Para ele, se não for esquerda, está errado  mesmo quando a cidade mostra que quer outro caminho.

    Enquanto isso, Cláudio Ferreira governa. Trabalha, enfrenta problemas reais, toma decisões práticas e segue adiante sem precisar de espetáculo. É justamente isso que incomoda o Quarteto Esquerdástico: a falta de espaço, a perda de protagonismo e a constatação de que o eleitor cansou do discurso velho.

    No fim das contas, o quarteto não propõe e não constrói. Apenas ataca, reclama e revive um passado que Rondonópolis já decidiu deixar para trás. Mudaram o nome, trocaram a fantasia, mas continuam interpretando o mesmo papel: oposição ressentida, barulhenta e desconectada da realidade.

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