RONDONÓPOLIS (MT) — Em 2024, Rondonópolis enviou R$ 1.873.867.279,57 aos cofres do governo federal. Quase R$ 2 bilhões arrecadados aqui, fruto da produção, do agro, do comércio e do trabalho de quem sustenta essa cidade todos os dias.
O retorno do governo do Luiz Inácio Lula da Silva veio em forma de propaganda: uma policlínica anunciada com R$ 30 milhões via Ministério da Saúde. Valor tratado por militantes bobinhos de esquerda como grande feito, mas que não passa de obrigação mínima de quem arrecada bilhões e devolve pouco.
Enquanto Brasília vive de discurso e palanque, Rondonópolis avança porque tem gestão e comando.
A assinatura da ordem de serviço da Policlínica Regional, realizada na sexta-feira (6), escancarou essa diferença. A obra, que soma R$ 54 milhões em investimentos e representa o maior avanço da história da saúde municipal, só saiu do papel graças à organização, articulação e condução firme da administração do prefeito Cláudio Ferreira.
Mesmo assim, o evento foi constrangido por militantes de esquerda. Carlos Araújo, filho do ex-prefeito José Carlos do Pátio, acompanhado de familiares do ex-gestor e apoiadores, levou faixinha de agradecimento ao presidente Lula e virou as costas durante o discurso do prefeito.
Um gesto pequeno, mesquinho e simbólico. Tentaram transformar um marco da saúde pública em teatro político, mas os fatos falaram mais alto.
Enquanto a esquerda posa para foto e bate palma para migalha, a gestão Cláudio Ferreira faz o que precisa ser feito: organiza a casa, busca recursos, planeja e entrega. Sem desviar o foco do interesse público.
A policlínica não é favor do governo federal. É paga com dinheiro de Rondonópolis. E só está saindo do papel porque há comando, responsabilidade e gestão local.
Rondonópolis produz. Brasília arrecada.
Mas quem transforma recurso em resultado é a Prefeitura.
O resto é encenação para militante fingir que migalha é investimento.



























