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    O que aconteceu e como Maduro reagiu durante a invasão a seu quarto na residência oficial em Caracas

    VENEZUELA — O mundo acordou em choque na madrugada de 3 de janeiro de 2026. Segundo The New York Times, Reuters e The Guardian, os Estados Unidos executaram uma operação militar relâmpago que terminou com a retirada de Nicolás Maduro do poder. Operação Determinação Absoluta.

    Às 2h01, Caracas ficou às escuras. Não foi apagão comum. Foi ataque cibernético para abrir caminho a bombardeios seletivos contra alvos estratégicos. Coincidência ou recado, a ação ocorreu 36 anos após a captura de Manuel Noriega, no Panamá.

    Segundo consta, Maduro e a esposa, Cilia Flores, foram surpreendidos dentro do complexo militar de Fuerte Tiuna e retirados do país sob custódia americana. O primeiro destino teria sido o porta-aviões USS Iwo Jima, antes da transferência para os Estados Unidos.

    A operação não teve perfil de guerra prolongada. Foi extração cirúrgica. Forças de elite americanas treinaram por meses em réplicas do local onde dormia. Cada acesso já era conhecido. A CIA monitorava sua rotina desde 2025 e contava com apoio interno, possivelmente motivado por recompensa milionária.

    Maduro ainda teria tentado alcançar um bunker blindado, mas foi interceptado antes. O plano previa até maçaricos industriais caso ele conseguisse se trancar. Não deu tempo.

    Mais de 150 aeronaves, partindo de cerca de 20 bases, foram mobilizadas. Entre os alvos:

    Fuerte Tiuna, centro militar do regime

    Base Aérea de La Carlota, em Caracas

    Portos, aeroportos e prédios simbólicos do chavismo

    Os EUA afirmam não ter tido baixas. Fontes venezuelanas falam em dezenas de mortos, incluindo civis. A conta humana veio depois.

    Após a ação, Donald Trump foi direto: os EUA vão “administrar” a Venezuela por tempo indeterminado. Ele rebatizou a Doutrina Monroe de “Doutrina Don-roe”, deixando claro o recado: a América Latina entra oficialmente na zona de influência direta de Washington.

    Trump afirmou que a operação será “paga” com a reconstrução e exploração do petróleo venezuelano, envolvendo gigantes como Chevron e ExxonMobil. Democracia aparece no discurso. Petróleo aparece no contrato.

    Trump descartou María Corina Machado e sinalizou diálogo com Delcy Rodríguez. Rodríguez reagiu, chamou a ação de sequestro e reafirmou Maduro como presidente legítimo. O xadrez político entrou em modo caos.

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