CUIABÁ (MT)– O encontro do PL Jovem de Mato Grosso, neste sábado (22), no Espaço 22, era pra ser apenas uma mobilização da juventude rumo a 2026. Virou algo bem maior: um ato político carregado, emocional e, claro, um palco explícito de apoio à pré-candidatura do senador Wellington Fagundes ao Governo do Estado.
A caravana de Cáceres, com 48 jovens, chamou atenção, mas não mais do que o anúncio direto do presidente estadual do partido, Ananias Filho:
Wellington será o nome do PL ao governo. Medeiros será o nome ao Senado. E Bolsonaro é o candidato do partido à Presidência.
Sem rodeio, sem código.
O evento juntou senador, prefeito de Cuiabá Abílio Brunini, parlamentares, movimentos internos do PL e toda a ala jovem. O clima, que já seria quente por natureza, virou brasa depois da prisão de Jair Bolsonaro na manhã do mesmo dia. A notícia caiu como bomba no auditório e virou o centro das falas.
O presidente do PL Jovem-MT, Guilherme Oliveira, não fugiu da fumaça:
“Não era dia de evento. Mas seguimos, porque é hora de estratégia e união diante da injustiça contra nosso líder.”
Wellington Fagundes surfou na mesma onda, reforçando que juventude organizada será a peça-chave de 2026. Prometeu lutar no Senado pela anistia de Bolsonaro e dos presos do 8 de janeiro e fez um discurso alinhado ao momento:
“O Brasil amanheceu ferido. E é agora que a juventude precisa se levantar.”
O tom final foi claro: o PL quer transformar mobilização juvenil em tropa de choque político.
E segundo Fagundes, o encontro marca o início da caminhada:
“A juventude não observa. A juventude decide.”



























