MATO GROSSO – A Secretaria Estadual de Saúde confirmou a primeira morte causada por intoxicação por metanol no estado. A vítima, uma mulher de 30 anos, não resistiu após dar entrada na UPA de Várzea Grande. O caso ascende o alerta para um cenário que pode ser muito mais grave do que o divulgado até agora.
O estado já soma dez notificações relacionadas à substância altamente tóxica. Em Várzea Grande e Itanhangá, quatro casos foram confirmados por exame laboratorial. Outros dois, em Água Boa e novamente em Várzea Grande, seguem em investigação. Os demais quatro registros foram descartados.
A SES-MT colocou no ar um painel específico para atualização dos casos, reconhecendo que a situação exige resposta rápida, vigilância intensa e, acima de tudo, transparência. O risco é real e silencioso: o metanol, quando ingerido, pode causar cegueira, falência múltipla dos órgãos e morte.
A população deve ficar atenta a bebidas de procedência duvidosa, adulteradas ou de produção clandestina. Em situações assim, a pressa em economizar vira roleta-russa química.



























