Rondonópolis (MT) – A Secretaria Municipal de Meio Ambiente, comandada por Álvaro José Fachin, resolveu agir, mas contra a própria prefeitura. O alvo da vez foi o lava-jato e ponto de manutenção da Autarquia Municipal de Transporte Coletivo (AMTC), interditado por falta de licença ambiental.
O Auto de Interdição nº 004/2025 acusa a autarquia de operar de forma irregular, com “infraestrutura precária”, e desrespeito à legislação. Mas não menciona que a pasta comandada por Álvaro Fachin falhou em providenciar o licenciamento da própria estrutura pública. Ou seja: a autarquia é punida por uma omissão da própria secretaria.
Enquanto Fachin faz pose de fiscal rigoroso contra a autarquia, a cidade segue afundada no abandono ambiental. Terrenos baldios viraram depósitos clandestinos de lixo, sem notificação, sem limpeza, sem vergonha. E o som automotivo, que atormenta famílias todas as noites? A PM não consegue apreender porque a Secretaria de Meio Ambiente não entrega os laudos técnicos necessários. Resultado: infrator vai embora rindo.
Mas quando o alvo é dentro da própria gestão Cláudio Ferreira, aí a caneta da Secretaria voa!
Para aliados do prefeito Cláudio Ferreira, Fachin virou um problema dentro do próprio governo. Com ações seletivas e punitivas contra setores internos, ele tem minado a imagem da gestão e ignorado demandas reais do município.
O recado que ecoa nos corredores do Paço é claro: não dá pra manter na equipe um secretário que dispara contra o próprio time. Fachin virou símbolo de uma gestão ambiental que atua com dois pesos e duas medidas – rigor total contra a prefeitura, omissão completa com a cidade.



























