VALE TUDO: EM DELAÇÃO O EX-GOVERNADOR SILVAL ENTREGA O PRÓPRIO FILHO

VALE TUDO: EM DELAÇÃO O EX-GOVERNADOR SILVAL ENTREGA O PRÓPRIO FILHO

Para obter a prisão domiciliar e utilizar tornozeleira eletrônica,e como parte da estratégia de defesa do ex-governador Silval Barbosa (PMDB),que admitiu sua participação em esquemas de corrupção, alvos da Polícia Civil e Ministério Público Estadual (MPE), e confessou ter praticado crimes investigados na Operação Sodoma.

O ex governador Silval entregou o próprio filho e mais 12 pessoas, Rodrigo da Cunha Barbosa seu filho foi delatado como membro da organização criminosa montada para arrecadar valores para custear dívidas e campanha política.

Detalhou a participação de cada uma delas na quadrilha e a função exercida por cada membro. Os interrogatórios foram prestados por Silval nos dias 1º de junho deste ano na Delegacia Especializada de Crimes Fazendários e Administração Pública (Defaz).

Em sua confissão o ex-governador detalhou a função de cada um dos membros e os valores de propina que cada um recebeu. Citou a participação de seu ex-chefe de gabinete, Silvio César Corrêa Araújo, Pedro Nadaf, Francisco Gomes de Andrade Lima Filho, o Chico Lima, César Roberto Zílio, Pedro Elias Domingos de Melo, Valdísio Juliano Viriato, Arnaldo Alves, Marcel Sousa de Cursi, Afonso Dalberto, Francisco Anis Faiad, seu filho Rodrigo Barbosa e José de Jesus Nunes Cordeiro.

Silval também confirma a tese do Ministério Público e diz que os ex-secretários estaduais Arnaldo Alves de Souza Neto (Planejamento) e Marcel Souza de Cursi (Sefaz) concorreram para a prática do crime.

As investigações da Delegacia Fazendária com aval do MPE apontam que a organização criminosa chefiada por Silval Barbosa, vez agindo por intermédio do braço instalado no Instituto de Terras de Mato Grosso (Intermat), solicitou e recebeu propina no valor de R$ 15,8 milhões entre abril e novembro de 2014.

Agora, na confissão, Silval confirmou os detalhes que vinha negando há mais de 1 ano e meio. Disse que no ano de 2011 foi procurado por João Batista Rosa que acompanhado de Pedro Nadaf, à época Secretário da Secretaria de Indústria, Comércio, Minas e Energia (Sicme).

 

Redação