SESSÃO DE HOMENAGEM A ISRAEL: DEPUTADO GALLI DEFENDE JERUSALÉM COMO CAPITAL

SESSÃO DE HOMENAGEM A ISRAEL: DEPUTADO GALLI DEFENDE JERUSALÉM COMO CAPITAL

Deputado Criticou Posição Do Governo Temer em relação a ISRAEL

A Sessão solene realizada na Câmara dos Deputados na quarta feira 10 de maio em Homenagem à Criação do Estado de Israel contou com a presença do Embaixador de Israelense, Yossi Shelley. A sessão histórica foi presidida pelo Deputado Alan Rick (PRB/Acre).

Foi marcada pela homenagem e pelo discurso determinado e coerente do deputado Victório Galli (PSC/MT), após parabenizar os 69 anos de criação, reconhecimento e independência do Estado de Israel.

O deputado fez algumas considerações importantes sobre o tema:

  •  É a única democracia plena no Oriente Médio;
  •  Tem laço de gratidão para com o Brasil, pois diplomata brasileiro Osvaldo Aranha presidiu a Assembleia Geral da criação do estado;
  • A posição da A UNESCO, atendendo proposta de nações islâmicas, em não reconhecer que Israel tenha direito sobre sua capital, Jerusalém. Anteriormente, já havia negado a soberania dos judeus sobre seus lugares sagrados, incluindo o Muro das Lamentações.

O governo brasileiro votou contra o direito de Israel sobre sua capital Jerusalém, na última reunião da UNESCO – Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura – realizada em Paris no dia 2 de maio.

No discurso deputado e professor Victório Galli fez duras criticas ao governo federal, inclusive acredita ele que o Itamaraty, deveria apresentar publicamente os motivos para esse posicionamento tão desastroso.

 “Não há razões para que o Brasil apoie resoluções que claramente desprezam uma história de três mil anos. Conforme eu já disse, os abundantes registros históricos e arqueológicos comprovam que o povo judeu habitava aquela terra centenas de anos antes da chegada dos que hoje se declaram palestinos”. Frisou Galli

Assista o vídeo:https://youtu.be/XkjqIp2g4JE

As Nações Unidas defendem atualmente uma agenda globalista, sendo fortemente influenciada por um viés esquerdista que determinam suas ideias obre todos os países que possuem cultura judaico-cristã.

Na prática, a ONU tenta, dessa maneira, transformar Jesus e seus discípulos em muçulmanos.

A tentativa de “internacionalização” da cidade às vésperas dos 50 anos de reunificação parece seguir uma agenda globalista, que tenta reescrever a história, distorcer os fatos e enganar o mundo.  Concluiu o deputado.

E O PT COM ISSO

O PT – Partido dos Trabalhadores tentou reescrever a história e conta-la a seu modo. Durante os anos da gestão petista que nosso país parou de reconhecer Jerusalém como capital de Israel e criou um imbróglio diplomático com seu governo de Israel e por um ano ficou sem embaixador no Brasil.

O Governo de Michel Temer precisa dizer de que lado ficará se irá seguir as diretrizes petistas ou se posicionar ao lado do povo de Israel.

 

 

Redação