*croplife.org Rondonópolis tem uma das “100 Mulheres Poderosas do Agro” segundo a Forbes

Rondonópolis tem uma das “100 Mulheres Poderosas do Agro” segundo a Forbes

Mulheres de destaque estão por toda parte. Cada vez mais, elas têm ocupado espaços importantes na sociedade. E no agronegócio não é diferente .

Na última quinta-feira (15), quando se comemorou o Dia Internacional da Mulher Rural a revista Forbes apresentou as “100 Mulheres Poderosas do Agro”,

A revista destacou que procurou selecionar “representantes do movimento de mudança no campo”.

A Forbes disse ainda que as escolhidas “são mulheres que se destacam em diferentes setores do agronegócio: elas estão presentes na produção de alimentos de origem vegetal e animal, na academia, na pesquisa, nas empresas, em foodtechs, em consultorias, em instituições financeiras, na política, nas entidades e nos grupos de classe e, mais do que nunca, nas redes sociais”.

De Rondonópolis entre tantas mulheres que contribuem para o desenvolvimento do agronegócio  no Mato Grosso que segue ampliando sua participação no mercado internacional destacou-se Norma Rampelotto Gatto – Produtora de soja em Mato Grosso, não comanda entidades, não é pesquisadora e nem ganhou prêmio espetacular, no entanto, é uma mulher forte com muita garra e determinação.

Norma Rampelotto Gatto

Norma ganhou relevância como uma mulher que superou morte precoce do marido, assassinado aos 47 anos dentro da própria fazenda, mudou a história da produtora rural Norma Gatto e de seus três filhos.

Com muita determinação, ela encontrou motivação no futuro de seus filhos, Igor, Felipe e Eduardo, que então tinham entre 9 e 17 anos de idade, para sustentar sua família e de quebra ajudar o estado a se tornar o maior produtor de grãos do Brasil e detentor também do maior rebanho de gado de corte. e transformou as três propriedades em referência de gestão e produção.

“Se você faz as coisas com o coração, com amor e dedicação, elas acontecem. E não é porque eu sou mulher, eu nunca me senti diferente de ninguém, eu sempre me coloquei, eu não sei se eu fechei meus ouvidos, se eu olhava pra frente ou o que era, mas eu nunca percebi preconceito nenhum”.

Pecuaristas, advogada, zootecnista e sojicultora estão na relação de revista dos EUA, completando a lista de mulheres do Grosso estão:

Carmen Perez, Emanuele de Almeida, Ida Beatriz e Fernanda Macitelli Benez

Ida Beatriz  – Pecurista, foi eleita presidente do Sindicato Rural de Cáceres (235 km a Oeste de Cuiabá), no coração do Pantanal. É a primeira vez que uma mulher ocupa a cadeira, uma exceção em um mundo liderado por homens.

De acordo com uma pesquisa realizada em 2020 pela DBO, plataforma especializada em pecuária, pouco mais de 100 mulheres comandam sindicatos rurais no país. Ida assumiu o cargo em maio do ano passado, em meio a uma das maiores secas e incêndios no bioma.

Não por acaso, um dos focos do seu trabalho é diversificar a matriz econômica do Pantanal e fortalecer as brigadas de incêndio.

Carmen Perez – Pecuarista em Mato Grosso com forte atuação na difusão de técnicas de bem-estar animal.

Ativista da causa, Carmen, que também é colunista da Forbes, tem como base os ensinamentos da norte-americana Temple Grandin, reconhecida mundialmente.

Neste mês, ela lança o documentário “Quando ouvi a voz da terra”, no qual mostra os caminhos para a transformação das propriedades rurais, das pessoas e das relações estabelecidas no manejo pecuário.

Emanuele de Almeida – A advogada assumiu a presidência do Indea-MT (Instituto de Defesa Agropecuária de Mato Grosso ) em janeiro deste, um dos organismos de controle sanitário mais importantes do país por monitorar o maior rebanho bovino brasileiro: 30,9 milhões de animais. 

Experiente – ela está há sete anos no órgão – promete um movimento de desburocratização e descentralização, em busca de maior celeridade às demandas dos produtores mato-grossenses.

Fernanda Macitelli Benez – A zootecnista e doutora na área de comportamento e bem-estar animal, vem formando uma legião de jovens estudantes como orientadora de teses na Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT).

Além disso, integra o Grupo Etco (Grupo de Estudos e Pesquisas em Etologia e Ecologia Animal), criado na Unesp em 1983 e que tem como principal nome da ciência o professor Mateus Paranhos. Fernanda é uma fiel discípula

Segundo o IBGE, são 947 mil as mulheres que hoje comandam sozinhas fazendas por todo o país. .

Confira quem são as super poderosas na produção de alimentos, pesquisa, empresas, foodtechs, consultorias, instituições financeiras, política, entidades, grupo e, mais do que nunca, influenciadoras digitais, lista completa na Forbes.

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