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    Problema com o tamanho de caixão atrasa velório e idosa volta á vida.

    Dada como morta, uma idosa de 78 anos foi encontrada viva momentos antes de ser removida do Posto 24h Eva Dias de Melo, em Cidreira – RS, para uma funerária local.

    Clotilde Rieck chegou à unidade de saúde na manhã do dia 30 de dezembro após apresentar sinais de convulsão. 

    Conforme a sobrinha, Magda Maria Rieck, 50 anos, no dia seguinte, a idosa sofreu  duas paradas cardiorrespiratórias e foi imediatamente intubada e levada para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Instantes depois, uma equipe médica comunicou que ela havia morrido.

    A família, então, foi ao cartório registrar o óbito e estava escolhendo o caixão quando recebeu a ligação de um funcionário da funerária contratada para recolher o corpo no posto de saúde.

    Segundo a família de Clotilde, o funcionário da funerária disse ter levado um susto e pediu ajuda no posto de saúde. A paciente estava com o coração batendo e ofegante.

    Um problema com o tamanho do caixão escolhido fez com que o processo com a funerária levasse mais tempo que o previsto. Para Bianca, esse atraso ajudou a encontrar a tia-avó ainda com vida.

    “Se tivesse o caixão do tamanho dela certinho, nós teríamos enterrado ela viva. Graças a Deus, teve esse tempo”, relata.

    No mesmo dia, a idosa foi encaminhada ao Hospital Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre, onde permaneceu na UTI até a quinta-feira (6), quando  foi levada para o quarto. Não há previsão de alta.

    — Agora ela está bem, acordou perguntando o que estava fazendo no hospital, mas ainda não contamos o que aconteceu —  diz Franciane.

    No posto de saúde, Clotilde foi atendida por uma equipe de três médicos, entre eles, a clínica-geral  Anne Leticia de Oliveira Ferreira. A profissional assegura que a paciente ficou sem sinais vitais por 40 minutos e teria sofrido choque séptico, uma infecção generalizada que causa falência de órgãos.  

    A família registrou boletim de ocorrência, e o caso está sendo investigado pela Polícia Civil e também pela direção-geral do hospital. Conforme a ex-chefe de gabinete da prefeitura de Cidreira, Irene Mendes, a casa de saúde abriu um procedimento administrativo para apurar a conduta da equipe médica.

    Redação com GZH

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