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    Prefeitura OMITE caso de “violência contra a mulher” ocorrido em secretaria de Rondonópolis

    Um boletim de ocorrência foi lavrado em 16 de novembro de 2023, por uma profissional da Secretaria Municipal de Governo da Prefeitura de Rondonópolis. Segundo consta no documento um servidor, que desempenha suas funções nesta Secretaria e que trabalha na mesma sala que a vítima, com a qual divide a mesa (ele trabalha pela manhã e ela à tarde), passou a implicar com o pote que a comunicante deixava sobre a CPU do computador e retirá-lo diariamente do local, de modo que a colega chegava e tinha que procurar onde estava o objeto.

    A atitude ocorria a um certo tempo, aproximadamente, um ano. Por conta disso, a funcionária pública escreveu o bilhete “Não mexa no pote”. O homem ainda se irritou com o suporte que a colega utiliza para levantar o computador e passou a retirá-lo.

    Por conta disso, a servidora foi conversar com ele para lhe explicar que precisava usar o suporte por recomendações médicas. Quando estava falando o Servidor teve uma reação inesperada, se exaltou e disse “se eu quiser, eu quebro essa porra” e deu um murro no pote, que fez um estrondo. Em seguida o homem se levantou e foi para cima da colega aos berros, xingando palavrões.

    O responsável pela coordenação e chefia do local, estava na sala ao lado, ouviu os gritos e se levantou, de forma que conseguiu conter o servidor para que este não chegasse às vias de fato. No entanto, ele continuava vociferando, acusando a colega de ter sido agressiva porque deixou o bilhete escrito “Não mexa no pote” e exigindo que ela pedisse “por favor”.

    O fato ocorreu no dia 25 de outubro de 2023, período do almoço, no momento da troca de turnos – quando os dois servidores se encontram.

    Informações obtidas pelo Marreta Urgente dão conta de que, após o surto de raiva, o empregado da Administração Municipal voltou a si e pediu desculpas à colega, afirmando que “era bom que os dois se dessem bem, pois, apesar de, atualmente, estarem trabalhando em turnos diferentes, no futuro poderiam vir a desempenhar suas atribuições no mesmo turno”.

    A reportagem do Marreta Urgente apurou que a funcionária pública segue trabalhando assustada, já que, até agora, nenhuma medida foi tomada por parte da Prefeitura Municipal para impedir que os atos semelhantes, eventualmente, venham a se repetir, o que demonstra a naturalização da agressão contra a mulher no espaço de trabalho.

    Outras informações são de que o servidor; sequer foi designado para outra secretaria para preservar a profissional. O máximo que foi feito, e isso por insistência da servidora, foi trocá-la de mesa.

    O fato não teria chegado ao conhecimento da Secretaria Municipal de Gestão de Pessoas, responsável por realizar os procedimentos internos sobre o caso.

    Diante da inércia da prefeitura municipal de Rondonópolis em resolver essa situação, suscita algumas questões. O que a Prefeitura de Rondonópolis faz para proteger seus profissionais de ataques de fúria. Como esse relatado aqui?

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