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    Os mais lembrados para disputar a prefeitura em Rondonópolis

    O ano de 2024, inicia com a alta temperatura nos bastidores políticos, em pouco mais de sete meses entre 20 de julho e 5 de agosto serão realizadas as convenções partidárias que irão definitivamente habilitar e escolher candidatos e candidatas às prefeituras, e as câmaras municipais.

    As convenções partidárias são eventos cruciais no ciclo eleitoral, onde os partidos políticos selecionam oficialmente seus candidatos para as próximas eleições. No entanto, nem todos os pré-candidatos acabam disputando as convenções.

    Diante do quadro atual no município de Rondonópolis, temos um número expressivo de pré-candidatos, sendo que pelo menos 4 pré-candidaturas avançam no sentido de provavelmente concretizar seus nomes para a disputa municipal em 2024.

    Inegavelmente no cerne da disputa estão; o deputado estadual Thiago Silva (MDB), o deputado estadual Claudio Ferreira (PL), o ex- prefeito Adilton Sachetti (Republicanos) e Paulo Jose (PSB).

    Evidentemente cada um se destaca por suas características políticas e ideológicas, o deputado Thiago Silva aparece mais ao centro, enquanto Adilton se aproxima mais à direita, o nome do deputado Claudio Ferreira, é o preferido da direita, e receberá o apoio do ex-presidente Jair Bolsonaro. Paulo José Correia, o pré-candidato com o endosso do prefeito Zé Carlos do Pátio é representante mais forte da esquerda.

    Entre os demais nomes que aparecem como pré-candidatos, porém sem marcar uma expressividade que aponte uma indicação nas convenções para a disputa aparecem o vice-prefeito, Aylon Arruda (PSD), Argemiro Ferreira (PSDB) e o quase pré-candidato “invisível” Carlos Henrique Augustin, o Teti (PT) que conta com apoio de Lula.

    Basta uma análise primaria em números de sondagens realizadas durante o ano de 2023, para perceber que aqueles que se apresentam sem musculatura política, não devem permanecer e nem terão condições de realmente disputar o pleito.

    Entre os motivos para que algumas pré-candidaturas não sejam confirmadas está a falta de apoio dentro da própria legenda, sem o apoio necessário, as chances de disputa no partido são mínimas, além de que disputar eleições envolve recursos financeiros e os custos são elevadíssimos.

    Por fim a questão de estratégia política e viabilidade, por vezes o melhor interesse do partido é que se houver outro nome que tenha uma chance melhor de vencer a eleição, deve ser considerado.

    Portanto, pré-candidatos, mesmo não chegando às convenções, desempenham um papel crucial no panorama político e no fortalecimento da democracia.

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