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    Moradores reclamam de terreno com lixo, entulho, mato e bichos na Vila Rica, em Rondonópolis

    Por Ronicley Parateco

    Moradores da Rua Padre Toledo esquina com a Rua São João Del Rey do Bairro Jardim Vila Rica III em Rondonópolis (MT), estão reclamando de um terreno que está gerando incômodo para as famílias que moram próximas, pelo fato de estar cheio de mato, lixos, entulhos e bichos. Com esse período chuvoso, aumentam ainda mais o risco de proliferação de insetos, principalmente o mosquito Aedes Aegypti, transmissor da dengue.

    Quem passa próximo ao terreno, é possível observar galhos de árvores, restos de materiais de construção, sofás velhos e pedaços de guarda-roupas espalhados por toda parte. Por falta de limpeza, a propriedade está cada vez mais abandonada pelo mato e deixando moradores da região preocupados.

    A atendente de conveniência Marlei Figueira da Silva, 48 anos, que mora no bairro há nove meses, reclama da falta de limpeza do terreno e dos insetos que aparecem constantemente no quintal de sua residência.

    “Em dias de chuva aparece lacraias, caranguejeiras e lesmas. Já perdi a conta matando esses insetos. Conservo sempre limpo o quintal da minha casa, mas; infelizmente a pessoa responsável desse terreno não colabora com a limpeza… aí fica difícil”, disse a moradora indignada com a situação.

    “Pago em dia o meu IPTU, nunca atrasei. Esse terreno é limpo todo ano, uma vez por ano, e até agora não vieram limpar”, desabafou a dona do lar Zulene Carmo dos Santos, 56 anos, que mora no bairro há 24 anos.

    Quem vive próximo ao terreno, ainda deve tomar cuidado com os animais que são atraídos e se criam por ali. Os entulhos e restos de materiais de construção, servem de abrigo para aranhas e escorpiões. Já o acúmulo de lixo é apontado como um grande problema, pois a presença de matéria orgânica serve de alimento para algumas espécies.

    OUTRO LADO

    Em contato com a empresa responsável pelo terreno Jacob & Alves Empreendimentos Imobiliários, a corretora de imóveis Eliane Jacob, explicou que o terreno foi limpo antes do período da chuva e, inclusive, um dos corretores que trabalha na empresa acompanhou de perto todo serviço de limpeza.

    Segundo a corretora, o mato cresceu por causa do período chuvoso, mas o lixo que está na parte interna do imóvel é oriundo da rua, quando pessoas passam e arremessam para a área do terreno.

    Eliane Jacob disse também que só será possível limpar o mato quando cessar o período de chuvas. Ela faz um apelo para que as pessoas não joguem lixo no local. Este ato se configura como vandalismo e agressão ao meio ambiente, uma vez que é proibido por lei jogar lixo em terrenos a céu aberto.

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