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    Ministro do TSE defende direito de opinião e prega tolerância

    Corregedor-geral Raul Araújo ressaltou a importância da liberdade de expressão ao votar contra processo movido pelo PT
    No decorrer de um julgamento, Raul Araújo, o corregedor-geral da Justiça Eleitoral, expressou seu apoio ao direito de opinião e defendeu uma maior tolerância a concepções discordantes.

    Em 2022, os partidos aliados de Lula, quando ele era candidato, recorreram ao TSE após um economista criticar a Corte por decisões que resultaram na remoção de conteúdos jornalísticos do ar.

    Naquele tempo, Constantino declarou que “a essência do PT é o autoritarismo e a censura” e disse que “o sistema está coligado com essa turma”.

    No seu voto de vista, Araújo notou que as declarações de Constantino expressam uma opinião política que não pode ser confundida com fatos. O corregedor-geral defendeu que “Temos que tolerar”. O julgamento foi pausado devido a um pedido de vista da ministra Cármen Lúcia.

    O predecessor de Araújo, Benedito Gonçalves, decidiu condenar Constantino a uma multa de R$ 30 mil por “exceder a liberdade de expressão”.

    Raul Araújo, corregedor-geral
    No mês de novembro do último ano, Araújo assumiu o posto de corregedor-geral do TSE, antes ocupado por Gonçalves, que é conhecido por ter votado pela “cassação” do ex-presidente Jair Bolsonaro.

    O posto de corregedor é ocupado pelo ministro do Superior Tribunal de Justiça que tem o maior tempo de serviço no TSE.

    Araújo tem relatado desde o ano passado sobre as ações de investigação judicial eleitoral que estão em andamento no TSE.

    O ministro do TSE, com uma postura discreta e votos baseados em critérios técnicos, é reconhecido por sua extensa experiência no campo da magistratura. As informações são da Revista Oeste.

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