MIMIMI: Esquerda defendeu voto auditável no passado e agora faz biquinho

MIMIMI: Esquerda defendeu voto auditável no passado e agora faz biquinho

Quando se fala em voto “auditável” ou impresso, os esquerdistas enchem a boca para criticar o presidente Jair Bolsonaro, defensor da proposta desde que ocupava a câmara federal. No entanto basta voltar um pouco no tempo e expor aquilo que está marcado e escrito na história política para deixar a turminha vermelha desconcertada.

Os opositores da direita precisam lembrar que a impressão do voto eletrônico para permitir sua conferência pelo eleitor foi uma das principais medidas aprovadas pelo Congresso com o objetivo de aumentar a segurança do processo eleitoral. A Lei 10408/02, originária de projeto apresentado em 1999 pelo senador Roberto Requião (PMDB-PR). Em 2003, a lei foi revogada por pressão da Justiça Eleitoral.

Logo após, Flavio Dino (PCdoB) e Brizola Neto (PDT) propuseram e uma segunda lei no ano de 2009 foi aprovada. Novamente revogada pelo Supremo. O voto impresso que possibilitaria recontar o resultado de uma urna é uma das principais bandeiras do presidente Jair Bolsonaro para a eleição de 2022.

Agora a esquerda tenta destruir a narrativa, deve ser porque a última versão é do Bolsonaro, e a ordem é ser contra tudo e todos. Prova de que incoerência no discurso é marca registrada da esquerda fanfarrona e da turma vermelha do mimimi.

Marreta Neles!

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