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    Homem foi preso após esposa ser encontrada morta com requintes de crueldade e tortura.

    Um homem de 46 anos, identificado pelas iniciais A.F.S, foi preso na tarde de segunda-feira (31) no Terminal Rodoviário de Cuiabá. Ele é o principal suspeito de ter torturado e tirado a vida da esposa em Campo Grande (MS).

    Conforme a Polícia Civil, a equipe da Gerência Estadual de Polinter e Capturas de Mato Grosso realizou a prisão após receber informações da Polícia de Mato Grosso do Sul de que o foragido estava escondido na Capital mato-grossense.

    Os investigadores iniciaram buscas para localizá-lo e chegaram até uma residência no Jardim Florianópolis, onde ele provavelmente se escondeu, mas não foi encontrado.

    Ele foi localizado do Terminal Rodoviário e afirmou aos policiais que retornaria a Campo Grande.

    O foragido recebeu voz de prisão e foi conduzido à sede da Polinter para a formalização da ordem judicial. 

    O crime de tortura, segundo as investigações, aconteceu desde o início do mês de janeiro. Já o corpo da vítima, Francielle Guimarães Alcântara, de 36 anos, foi encontrado no Bairro Portal Caiobá no dia 26.

    O filho de Francielli Guimarães Alcântara, de 36 anos, que morreu depois de passar os últimos 27 dias sendo torturada pelo marido, Adailton Freixeira da Silva, de 46 anos, disse aos socorristas do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) que a mãe havia morrido de mal súbito.

    Segundo a polícia, o jovem – de 17 anos – também era mantido prisioneiro dentro da residência. Francielli morreu na madrugada de quarta-feira (26), na Rua Cachoeira do Campo, no Bairro Portal Caiobá, em Campo Grande, na casa onde vivia com Adailton e dois filhos, o adolescente e um bebê de 1 ano e 8 meses.

    “Acho que sua mãe morreu”, foi o que ele disse para o próprio filho, de acordo com o delegado. Depois da frase e de ser questionado pelo adolescente sobre o que ele tinha feito, o homem pegou o capacete e foi embora. O adolescente chegou a tentar reanimar a mãe, mas ela já estava morta e o jovem chamou o Samu.

    Conforme a imprensa local, a vítima teria pedido a separação e o marido teria se recusado a dar.

    Desumano

    Segundo as investigações, Francielle foi torturada por vários dias seguidos e foi morta enforcada com uma corda.

    “O médico legista relatou que havia várias lesões, sugerindo então para uma morte com requintes de crueldade. Havia lesões nas nádegas, que já não possuíam pele, perfurações por todo o corpo, dentes quebrados, cabelos cortados e lesões na cabeça”, disse o delegado.

    O feminicídio é apurado pela Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher de Campo Grande.

    redação com CAMPO GRANDE NEWS

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