quarta-feira, abril 17, 2024
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    Greve dos pilotos e comissários gera mais de 150 atrasos e 30 cancelamentos em voos pelo Brasil

    Apesar de durar apenas duas horas, entre 6h e 8h, a greve dos pilotos de aviação e comissários de bordo gerou transtornos em diversos aeroportos brasileiros nesta segunda-feira, 19. Segundo informações da Infraero, foram registrados 82 atrasos e 19 cancelamentos de voos no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, e 21 atrasos e 13 cancelamentos no Aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro. A GRU Airport, concessionária que administra o Aeroporto Internacional de São Paulo, informou que 21 voos operaram com atraso e nenhum foi cancelado.

    A Inframerica, concessionária do Aeroporto de Brasília, indicou que 24 voos partindo de Brasília sofreram atrasos acima de 15 minutos. Além disso, 20 voos chegaram na capital federal com atrasos. Três voos foram cancelados. Um deles para uma manutenção não programada. O aeroporto de Galeão, no Rio de Janeiro, registrou apenas três voos atrasados na manhã desta segunda. A assessoria de imprensa do Aeroporto de Confis declarou que as operações seguem normalmente, sem alterações.

    A Fraport Brasil, administradora do aeroporto de Fortaleza, declarou que “não tem gestão sobre a greve e nem sobre os procedimentos das companhias aéreas para remarcação de voos. Pedimos acompanhar eventuais atrasos e/ou cancelamentos de voos por meio do painel de voos em nosso site”, esclareceu em nota. A Jovem Pan entrou em contato com as administradoras dos outros aeroportos onde a paralisação foi realizada (Viracopos e Porto Alegre), mas não obteve retorno até a publicação deste matéria. Segundo o Sindicato Nacional dos Aeronautas (SNA), ainda não há uma previsão de encerramento da greve.

    Os profissionais mobilizados pedem mais transparência nas escalas de voo, com redução do tempo de espera em um aeroporto para no máximo de três horas, e valorização profissional, com recomposição salarial e ganho acima da inflação. No final da semana passada, o Tribunal Superior do Trabalho determinou a manutenção de 90% dos profissionais do segmento durante a greve, sob pena de multa de R$ 200 mil por dia caso a decisão não seja cumprida. O sindicato afirmou que iria acatar a decisão, mantendo a greve dentro da lei.  (JP)

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