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    Chefe de organização criminosa deixa tornozeleira eletrônica em Cuiabá e vai passar réveillon na praia de SC

    O chefe de uma organização criminosa suspeita de lavar mais de R$ 65 milhões em dinheiro, burlou o sistema da tornozeleira eletrônica que ele utilizava e viajou de Cuiabá para o estado de Santa Catarina, onde passou o réveillon de 2023, em hotéis de luxo da região, junto com outros três comparsas.

    Segundo a Polícia Civil, durante todo o período que o investigado permaneceu fora, a tornozeleira mostrava que ele estaria em um apartamento, na capital mato-grossense.

    De acordo com a polícia, durante a viagem, os quatro passearam em praias, bares e até saltaram de paraquedas.

    O delegado responsável pelo caso, Gustavo Belão, disse que a investigação ainda está em andamento para descobrir como o sistema da tornozeleira foi burlado, mas que o equipamento permaneceu em Cuiabá.

    Outras viagens
    Após a virada de ano, os investigados viajaram para o Rio de Janeiro e em seguida embarcaram para Maceió. Na capital alagoana, o grupo se hospedou em suítes de luxo, onde a hospedagem ultrapassou o valor de R$ 70 mil.

    A Polícia Civil de Mato Grosso, com apoio da Polícia Civil de Alagoas, prendeu os quatro investigados, como parte da Operação Apito Final. Todos estavam com os mandados de prisão expedidos pelo Núcleo de Inquéritos Policial de Cuiabá.

    Entenda o caso
    No dia 2 de abril, vinte pessoas foram presas suspeitas de envolvimento na lavagem de dinheiro de mais de R$ 65 milhões, durante a Operação Apito Final, em Chapada dos Guimarães, São José dos Quatro Marcos e Maceió (AL). A Polícia Civil também cumpriu 29 mandados de busca e apreensão, indisponibilidade de 33 imóveis, sequestro de 45 veículos e bloqueio e 25 contas bancárias.

    A investigação teve início quando a polícia descobriu que o responsável pelo tráfico de drogas na região do Jardim Florianópolis, após sair da prisão, assumiu o cargo de tesoureiro de uma facção criminosa e adquiriu uma grande quantidade de propriedades e veículos. Ele utilizava dinheiro que passava por contas bancárias e, em seguida, era convertido em ativos legais para ocultar a origem ilegal desses recursos.

    Segundo a polícia, foram identificadas compras de diversos terrenos, casas e apartamentos, muitos localizados em condomínios de classe média na capital. Todos esses bens foram adquiridos em nome de “testas de ferro”, mas estavam diretamente ligados ao principal alvo da investigação.

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