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    Bombeiros combatem incêndio em galpões da Receita Federal em Santos há mais de 30 horas

    Profissionais do Corpo de Bombeiros de três cidades do litoral de São Paulo atuam há mais de 30 horas para debelar as chamas que consumiram os produtos recolhidos e armazenados pela Receita Federal em galpões no Centro de Santos (SP). Conforme apurado pelo g1, a previsão é o fogo seja extinto nesta terça-feira (20), quando deve começar o trabalho de rescaldo.

    O incêndio começou, por volta de 23h40 deste domingo (18), em galpões da Dínamo Inter-Agrícola, localizados entre a Rua João Pessoa e a General Câmara. Pelo menos 10 viaturas do Corpo de Bombeiros de Santos, São Vicente e Cubatão foram para o local apagar as chamas

    Imagens obtidas pelo g1 mostram as chamas e grande volume de fumaça no local (veja abaixo). Na noite de segunda-feira (19), os bombeiros informaram que ainda há fogo no local, mas as chamas estão controladas e confinadas. Os trabalhos continuam para apagá-las totalmente.

    De acordo com a corporação, ainda há risco de desabamento da edificação atingida pelo incêndio. A repórter Thais Rozo, da TV Tribuna, afiliada da Globo, apurou que só à noite os profissionais que atuam contra o incêndio conseguiram entrar no galpão para combater as chamas.

    Incêndio gigante destrói galpões e consome produtos apreendidos pela Receita Federal em Santos:

    A corporação informou à reportagem, que são vários galpões interligados em formato de T nas ruas: João Pessoa, Dr. Cochrane e Aguiar de Andrade.

    As paredes do imóvel, que dão para as duas últimas vias citadas, foram quebradas com uma retroescavadeira. A ação foi tomada, de acordo com os bombeiros, para facilitar no resfriamento do interior do galpão com jatos de água direcionados nos focos de incêndio.

    Cerca de 35 bombeiros trabalharam no combate às chamas ao longo da tarde, enquanto à noite o número informado foi de 20 profissionais. A previsão da corporação é que o incêndio siga até a noite de terça-feira (20), e que, em seguida, comece o trabalho de rescaldo — resfriamento da área.

    Entenda o caso

    Por volta das 8h30, o capitão Paulo Sérgio, do Corpo de Bombeiros de São Paulo, disse à TV Tribuna, afiliada da Globo, que foi preciso trazer um caminhão extra para fazer um combate externo com mais água. Com isso, as equipes começaram a ter um resultado positivo.

    “Nossa nova estratégia, fazendo na parte frontal, é fazer o combate interno dos focos de incêndio. A Defesa Civil já está no local, fazendo uma avaliação interna para nos fornecer segurança para entrar no lugar”, informou ele.

    Segundo o Corpo de Bombeiros, pelo menos dois galpões foram atingidos, mas esse número pode aumentar já que alguns espaços são interligados e outros foram afetados por caloria irradiada.

    “Como houve colapso de paredes, ainda não há certeza de quantos galpões foram envolvidos. Isso conseguirá ser observado posteriormente, na hora em que se abrirem os projetos de segurança contra incêndio, plantas, ou até vistoria no local para definir o total de galpões atingidos”, afirmou o bombeiro Thiago Duarte.

    Por volta das 15h30, uma retroescavadeira quebrou a parede do galpão. Segundo apurado pela repórter Thais Rozo, da TV Tribuna, afiliada da Globo, a ação serve para que o resfriamento seja direto nos focos. Dessa forma, os bombeiros conseguem jogar água diretamente nos focos e não por cima.

    Até o momento, não há suspeita do que causou o incêndio e isso deverá ser investigado pela perícia da Polícia Técnico-científica, que ocorrerá quando o local estiver em segurança, ou seja, com o término do trabalho dos bombeiros.

    Produtos
    De acordo com o capitão do Corpo de Bombeiros, dentro dos armazéns, há produtos da Receita Federal, além de muito papel e arquivos. Confira aqui os itens que estavam dentro dos galpões.

    “O fogo já está controlado, os estabelecimentos ao entorno estão seguros. Agora, estamos trabalhando para a extinção no incêndio. A fumaça é tóxica e, por isso, estamos isolando toda a área”, explicou o capitão.

    Empresa
    A Dínamo Inter Agrícola informou que o incêndio atingiu um dos armazéns de carga geral da empresa. Os bombeiros foram até o local depois que os sistemas de alarme dispararam.

    A empresa informou ainda que tem seguro da unidade armazenadora e que as medidas cabíveis junto aos órgãos competentes já estão sendo tomadas para investigar a causa do incêndio.

    “A Dínamo reitera que nenhum funcionário ficou ferido e que não houve vítimas. A empresa está colaborando integralmente com as autoridades para esclarecer os fatos e garantir a segurança de todos os seus colaboradores, clientes e comunidade”, disse, por meio de nota.

    Defesa Civil
    A Prefeitura de Santos informou que a Defesa Civil foi acionada e fará a vistoria estrutural assim que houver condições para entrar no local.

    Há interdição total do acesso à Rua João Pessoa junto à Avenida Perimetral devido ao trânsito para o cais. O transporte público está seguindo até o Valongo e fazendo retorno na Praça Barão do Rio Branco e, depois, Rua Senador Feijó.

    A Companhia de Engenharia de Tráfego de Santos (CET-Santos) enviou agentes para a área e também há uma equipe de transporte orientando os usuários.

    Sem energia
    A CPFL Piratininga informou que equipes da concessionária apoiam o trabalho do Corpo de Bombeiros na ocorrência. Por segurança, a área foi isolada e um trecho da rede de distribuição que atende a região foi desligado. A CPFL Piratininga disse que aguardará a liberação do local, pelas autoridades responsáveis, para restabelecer o fornecimento de energia.

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