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    Autoridades de Hong Kong decide sacrificar milhares de hamsters após detectar COVID-19 em pets

    As autoridades de Hong Kong decidiram que milhares de hamsters devem ser sacrificados na região depois que o vírus da covid-19 foi detectado em 11 roedores de estimação à venda em um pet shop. Hamsters comprados dias antes do Natal deverão ser entregues aos centros de controle de animais, de acordo com informações do The Guardian. Muitos desses animais estão nas casas de família com crianças que, de acordo com o governo, não devem mais beijar seus pets, dar carinho ou segurá-los nas mãos.

    No anúncio feito nesta terça-feira (18) as autoridades da região asiática afirmaram ter detectado o vírus em 11 de 178 hamsters testados em uma pet shop. Coelhos e chinchilas no local também foram testados, mas não apresentaram o vírus. Os testes foram feitos enquanto as autoridades investigavam o primeiro diagnóstico da variante delta sem relação direta com o exterior na cidade – um funcionário de 23 anos do pet shop – depois de mais de 3 meses sem nenhum caso do tipo ser registrado.

    Outros dois funcionários do pet shop, incluindo um que limpa as gaiolas dos animais e lida com os hamsters, foram confirmados com a doença. Em resposta, o país ordenou, a suspensão imediata das vendas de hamster e importações de todos os roedores, além dos sacrifícios dos pets que já estão com famílias. Estima-se que 2 mil hamsters, comprados no país desde 22 de dezembro, serão entregues às autoridades e os proprietários deverão realizar testes de covid.

    s autoridades garantiram que todos os hamster serão tratados “de forma humana”. Hong Kong não é o primeiro país a sacrificar animais durante a pandemia. Em 2020, a Dinamarca abateu toda a sua população de 15 milhões de visons depois que uma variante mutante do Covid-19 foi detectada em alguns deles. A proibição de criar visons no país só foi suspensa neste mês.

    Hong Kong e China buscam sustentar uma estratégia de zero Covid, tentando suprimir todos os surtos internamente, mantendo rígidos controles de fronteira com o mundo exterior. A secretária de saúde de Hong Kong, Sophia Chan, admitiu que não há evidências de que animais domésticos possam transmitir a doença para humanos, mas afirmou que a decisão de sacrificar os bichinhos foi tomada “por cautela”. “Avaliamos que os riscos desses lotes são relativamente altos e, portanto, tomamos a decisão com base nas necessidades de saúde pública”, disse, em nota, o diretor de agricultura, pesca e conservação do país, Leung Siu-fai. “Pedimos a todos os donos de hamster que tenham uma higiene rigorosa ao manusear seus animais de estimação e as gaiolas. Não os beije nem os abandone nas ruas”.

    Redação com Revista Crescer

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