RONDONÓPOLIS (MT) — Em tempos de discurso vazio, o que tem chamado atenção é algo simples e cada vez mais raro na política, a empatia real. À frente da Secretaria Municipal de Assistência Social, a primeira-dama Alessandra Ferreira não atua de longe, nem por relatório. Ela vai, escuta, sente e age.
Quem acompanha de perto sabe. Alessandra não trata a dor alheia como número. Ela vive as situações, olha nos olhos e sente com o coração. É isso que tem dado força às ações sociais do município e criado uma conexão verdadeira com famílias em situação de vulnerabilidade, idosos, mulheres e crianças atendidas pelos programas da pasta.
Essa postura faz parte do seu traço pessoal. Presença constante nos bairros, conversas sem roteiro, acolhimento sem pressa. O resultado aparece na ponta e, inevitavelmente, constrói algo maior; a confiança.
Esse jeito humano de fazer política social lembra a base que sustentou o projeto de Cláudio Ferreira antes mesmo de chegar à Prefeitura. Quando ainda era deputado estadual, o paisagista Claudio Ferreira construiu apoio vivendo a cidade real, fora do gabinete. Hoje, esse mesmo espírito serve de âncora para o chamado Ferreirismo.
Não é por acaso que o nome de Alessandra Ferreira começa a ser citado como pré-candidata à Assembleia Legislativa em 2026. A base não nasce de marketing, mas do vínculo criado com quem mais precisa. O social, nesse caso, não é trampolim artificial. É consequência de trabalho vivido de perto.
O Ferreirismo se fortalece justamente aí. Menos pose, mais presença. Menos promessa, mais ação. Alessandra representa esse elo humano de um grupo político que entende que sentir a dor do outro não é fraqueza. É fundamento.
Enquanto muitos tentam parecer, outros simplesmente são. E, na política, quem age com o coração costuma chegar mais longe.



























