Enquanto boa parte da imprensa insiste em pintar operações policiais como “massacres” e criminosos como “vítimas do sistema”, a verdade é outra: o Brasil está sitiado.
Nas periferias e morros, o cidadão de bem vive trancado, e quem dita as regras é o tráfico, com fuzis, drones e poder paralelo. A polícia não é o problema. A polícia é o último muro antes da barbárie.
A narrativa fácil, que troca o certo pelo conveniente, tenta transformar o criminoso em herói social. Falam em “genocídio”, “execução sumária”, “guerra aos pobres”.
Mas esquecem que a polícia só entra onde o crime já tomou conta, e que os primeiros a sofrer com a ausência do Estado são justamente os pobres, os trabalhadores e as crianças sequestradas pelo medo.
A polícia não mata por prazer, ela reage para não morrer.
Cada tiro disparado é resposta a uma emboscada, a um ataque, a uma covardia planejada por quem lucra com o caos.
Os quatro policiais mortos no Complexo do Alemão não são estatísticos eles são pais, filhos e brasileiros que tombaram defendendo o país real, aquele que a elite militante finge não ver.
Enquanto certos “especialistas” dão entrevistas em ar-condicionado, há soldados fardados entrando em vielas dominadas por fuzis automáticos.
E ainda assim, o discurso covarde tenta igualar quem protege àqueles que matam. Hipocrisia deles é ideológica.
Os mesmos que choram pelos bandidos se calam diante das crianças mortas por balas perdidas, dos pais de família assassinados no ponto de ônibus, das mães que enterram filhos sem saber o porquê.
Querem um Estado “sem violência”, mas não suportam um Estado com autoridade.
Sonham com “paz”, mas não têm coragem de enfrentar o que realmente a destrói: o crime organizado, o tráfico e a leniência política.
A direita conservadora enxerga o óbvio, que lei sem consequência é convite ao caos. Não existe liberdade sem segurança. Não existe justiça social sem justiça criminal.
Quem escolhe a guerra contra a sociedade não pode esperar flores.
RECADO DO MARRETA
A segurança não é inimiga da democracia, mas o que a mantém de pé.
Quem defende bandido em nome da “justiça social” está, na prática, alimentando a injustiça real de quem morre na calçada.
O Brasil precisa voltar a respeitar seus heróis de farda. Não podemos transformar o cidadão de “bem” em refém.
Sem polícia forte, não há liberdade. Sem autoridade, não há lei.
E sem coragem moral, não há futuro.
Marcelo Marreta – Jornalista e editor do Marreta Urgente



























