CUIABÁ (MT) — A corrida pelo Senado em Mato Grosso começa a ganhar contornos cada vez mais claros nos bastidores políticos e, junto com os nomes principais, os prováveis suplentes já revelam o tamanho das alianças econômicas, políticas e estratégicas montadas para 2026.
Entre empresários do agronegócio, ex-secretários, milionários e figuras tradicionais da política estadual, as chapas começam a desenhar quem realmente terá força para a disputa que se aproxima.
Do lado da direita bolsonarista, o deputado federal José Medeiros também avança na montagem da chapa. O primeiro suplente será o empresário do agronegócio Odilio Balbinotti, um dos nomes mais fortes do setor produtivo no estado.
A segunda suplência ainda não foi definida. Apesar de que o nome de Arthur Birtche, estar circulando nos bastidores não há confirmação oficial sobre o empresário ligado aos ramos de educação, agronegócio e mineração.
A composição de uma chapa de forte peso econômico, reunindo setores considerados estratégicos dentro do eleitorado conservador e empresarial de Mato Grosso.
O ex-governador Mauro Mendes já teria praticamente fechada uma chapa considerada das mais pesadas da disputa. Os suplentes seriam o ex-senador Cidinho Santos e o ex-secretário de Fazenda Rogério Gallo
A deputada estadual Janaína Riva, que deve disputar uma das vagas ao Senado pelo MDB, já teria praticamente definido o advogado, fazendeiro e criador de cavalos Antônio Frange Júnior como primeiro suplente da chapa.
Já o senador Carlos Fávaro, que tentará a reeleição, deve ter o empresário Edilson Queiroz, indicação atribuída ao ex-governador e ex-ministro Blairo Maggi.
Nos bastidores da política mato-grossense, a disputa pelo Senado em 2026 não será apenas uma batalha de votos, mas também de estrutura financeira, influência econômica e articulação nos corredores do poder. Em Mato Grosso, suplente deixou de ser mero coadjuvante faz tempo. Hoje, em muitos casos, é peça central do jogo político.



























