RONDONÓPOLIS (MT) — Enquanto muita gente ainda fala, outros fazem. E quando o assunto é agro, o nome de Leandro Weber Viegas agora ganha carimbo nacional. O CEO da Sell Agro entrou pela primeira vez na lista dos 100 Mais Influentes do Agronegócio 2026, divulgada pelo Grupo Mídia, na categoria Agritech.
Segundo consta, a lista reúne nomes que realmente movimentam o setor, gente que não fica só no discurso. Empresários, executivos e lideranças que empurram o agro pra frente, seja na tecnologia, na produção ou na gestão.
Natural de Alto Garças, Viegas não veio de berço de ouro. Começou cedo, vendendo picolé, e foi subindo degrau por degrau. Passou por estágio no Detran, estudou, se firmou e construiu uma trajetória que hoje coloca Mato Grosso no mapa da inovação agrícola.
Fundador da Sell Agro em 2007, ele apostou num nicho que hoje virou peça-chave no campo: tecnologia de aplicação. A empresa cresceu, ganhou o Brasil e hoje atua em nível nacional, sempre com foco direto no produtor rural.
Além disso, o empresário também ocupa espaço estratégico no setor, sendo vice-presidente da APLICA e participando de conselhos ligados ao desenvolvimento industrial e ambiental em Rondonópolis. Não é só empresa, é influência direta nas decisões que moldam o agro.
Para Viegas, o reconhecimento tem peso, mas vem com responsabilidade. Segundo ele, a caminhada foi construída sem atalhos, com trabalho e proximidade com quem realmente importa: o produtor.
“Esse reconhecimento é motivo de muita gratidão. Minha trajetória nunca foi construída com atalhos, mas com muito trabalho dentro do campo. Estar entre as personalidades do setor, representando Mato Grosso, aumenta ainda mais a responsabilidade de continuar inovando e entregando resultado”, afirmou.
E aqui vai o ponto que chama atenção. Em vez de discurso bonito, ele bate na tecla da eficiência e da tecnologia. O recado é claro: quem não inovar, fica pra trás.
No fim das contas, o nome de Viegas na lista não é só sobre um empresário. É sobre Mato Grosso mostrando que não é só celeiro, é também cérebro do agro brasileiro.



























