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    Secretário denuncia ameaças, ofensas e perseguição em grupos de WhatsApp e vira caso de policia em Rondonópolis

    RONDONÓPOLIS (MT) – O secretário municipal de Saúde e de Governo, Mykaell Thiago dos Santos Vitorino, acionou a Polícia Civil após relatar que vem sendo alvo de ameaças, ofensas e difamações constantes. O que começou como barulho típico de grupos de WhatsApp acabou formalizado com o registro de boletim de ocorrência.

    Segundo o relato, Mykaell estaria sofrendo uma sequência de ataques atribuídos a um homem que se apresenta publicamente como religioso nas redes sociais. As investidas não teriam horário: mensagens, áudios e ligações ocorreriam inclusive durante a madrugada, perturbando a rotina e a tranquilidade da vítima.

    Conforme descrito no boletim, o autor das ameaças passou a divulgar áudios e mensagens em diversos grupos e mídias sociais, fazendo acusações sem qualquer comprovação, além de proferir xingamentos diretos. Nas falas, ele ainda envolve terceiros, entre eles o vereador Gelsão da Saúde, familiares e pessoas próximas ao secretário.

    Além da difamação pública, o relato aponta ligações insistentes em horários inadequados, envio de mensagens diretas e declarações de forte teor intimidatório. Em um dos trechos mais graves, o acusado teria afirmado que, caso sofresse qualquer mal súbito ou acidente, os “responsáveis” seriam Mykaell e outros citados, declaração que ultrapassa o limite da irresponsabilidade e entra claramente no campo da ameaça velada.

    Ainda segundo o secretário, os ataques teriam sido amplificados em grupos de redes sociais, como o intitulado “Rondonópolis Verdade”, com o objetivo de desgastar sua imagem pública. As ofensas incluem termos como “sem vergonha” e “vagabundo”, atingindo diretamente sua honra e reputação.

    Mykaell também informou à Polícia Civil que passou a notar a circulação suspeita de uma motocicleta vermelha nas proximidades de sua residência e do local de trabalho, especialmente no período noturno, o que aumentou sua sensação de insegurança.

    O caso é tratado como crimes de ameaça, difamação e também pode se enquadrar como perseguição (stalking), conforme o artigo 147-A do Código Penal, já que as condutas relatadas teriam ocorrido de forma reiterada e com objetivo de intimidação.

    A ocorrência foi registrada e segue sob investigação pela Polícia Civil.

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