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    Advogado é preso suspeito de comandar facção que movimentou R$ 100 milhões com tráfico de drogas em Várzea Grande

    O advogado Douglas Antônio Gonçalves de Almeida, de 32 anos, foi preso em Várzea Grande, nesta terça-feira (2), durante a Operação Conductor, que investiga uma facção criminosa que movimentou cerca de R$ 100 milhões com tráfico de drogas e lavagem de dinheiro em Mato Grosso.

    Segundo a polícia, Douglas é o principal alvo da operação, apontado como chefe do grupo criminoso, conhecido entre os integrantes como “Doutor”. Além dele, a irmã, a esposa, a mãe, o irmão, a tia e a cunhada também integravam o grupo.

    O g1 tentou localizar a defesa do investigado, mas não tinha conseguido até a última atualização desta reportagem.

    C.onforme as investigações, a irmã era a responsável pelo recebimento e distribuição das drogas em Várzea Grande, além de movimentar dinheiro do tráfico em contas tanto de pessoa física quanto jurídica. Já Douglas era responsável por controlar toda a logística do crime: desde o transporte da droga na região de fronteira até o armazenamento em casas de médio padrão e a distribuição em pontos estratégicos, como supermercados e terminais de ônibus.

    A polícia informou que as investigações começaram em abril do ano passado, quando um motorista, de 31 anos, foi preso em Cáceres ao ser flagrado pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) transportando 153,8 quilos de cocaína em uma van que simulava o transporte de passageiros.

    Conforme a delegada Bruna Laet, esse investigado recebia R$ 30 mil por viagem para transportar a droga entre os municípios da fronteira e Várzea Grande. O dinheiro era transferido para a conta da companheira dele, que também foi alvo da operação. Segundo a polícia, ele movimentou R$ 402 mil em 2023 e R$ 610 mil em 2024.

    A ligação entre o motorista preso e a família de Douglas era um homem de 34 anos, que recebia valores altos do chefe do grupo criminoso e chegou a movimentar mais de R$ 3,7 milhões, entre 2022 e 2024. A investigação apontou também fortes evidências de que ele fazia parte de uma facção criminosa.

    Empresas de fachada
    O grupo investigado utilizavam empresas de fachadas, em Cuiabá, para lavar o dinheiro do tráfico, entre elas, uma de energia solar, que movimentou R$ 23 milhões em 2024.

    As investigações apontaram que a empresa foi aberta em 2020 e também era utilizada para receber valores de uma facção criminosa, por meio de detentos.

    Outra empresa era uma farmácia, localizada no bairro Dom Aquino. No entanto, o prédio não existe. A polícia verificou que o capital social da empresa saltou de R$ 5 mil para R$ 800 mil, em 2024.

    Segundo a polícia, ainda havia empresas de alimentos e uma distribuidora de bebidas.

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