Na tarde desta segunda-feira, 23, a sessão extraordinária da Câmara Municipal de Rondonópolis foi, novamente, marcada por polêmica. Além do clima acalorado em virtude da decisão judicial que suspendeu a segunda votação dos projetos que visam doar áreas no Novo CPA, o vereador Roni Magnani não poupou críticas à Defensoria Pública do Estado, especialmente ao Núcleo local. O embate surgiu após a instituição emitir uma Nota de Repúdio em relação à votação da doação de áreas no Novo CPA.
Magnani não hesitou em classificar a Defensoria como o “primo pobre da história”, argumentando que a prefeitura não tem nenhuma obrigação legal de atender ao pedido de doação de uma área de 10 mil m². Em um tom desafiador, o parlamentar questionou a normalidade de uma instituição repudiar o trabalho da Câmara, ressaltando que a verdadeira responsabilidade em garantir as necessidades da Defensoria recai sobre o governo do Estado de Mato Grosso. “Há 15, 20 anos a Defensoria está instalada na cidade e desrespeita a lei de acessibilidade”, afirmou.
Para completar suas críticas, Roni Magnani instou a Defensoria a direcionar seu repúdio também ao governo estadual e aos 24 deputados que não incluiram no orçamento uma área de 10 mil m² para a instituição. “Se a Defensoria teve coragem de repudiar os trabalhos da Casa, que tenha a mesma coragem em relação ao governo”, desafiou.



























