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    Indústria de materiais de construção recuou 7% no último ano

    A indústria de materiais de construção recuou 7% em 2022. A conclusão faz parte da pesquisa Índice, divulgada pela Abramat (Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção) conduzida pela FGV (Fundação Getulio Vargas) a partir de informações do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

    Em dezembro do último ano, o desempenho do setor caiu 1,9% em relação a novembro. Com relação ao mesmo mês de 2021, o recuo foi de 8,7%. A receita dos chamados “materiais básicos” caiu 6,9%, ao passo em que o faturamento dos materiais de acabamento despencou 7,4%.

    Para Felipe Gomes, gestor de comunicação da Mostracor Blog das Tintas – site que atua com análise e avaliação de produtos e serviços relacionados à pintura -, 2023 deve ser um ano desafiador para o mercado de construção.

    “O período é marcado por diversas incertezas no campo econômico, que ocorrem tanto por conta de elementos como o aumento do endividamento das famílias brasileiras – que teve um salto no final de 2022 -, como pela subida nos custos dos alimentos, que acabou pesando mais no bolso dos brasileiros”, afirma.

    A análise  do gestor é corroborada por dados da CNC (Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo) que mostram que a cada 100 famílias brasileiras, 79 estão endividadas. Este é o maior volume de endividados no país desde 2010, quando a entidade deu início a série histórica.

    Com relação à alta dos preços dos alimentos, também citada por [sobrenome], um levantamento do G1 revelou que os alimentos ficaram 41,5% mais caros nos últimos três anos. Já a renda média do brasileiro subiu apenas 19,7% no mesmo período. Para ele, tudo isso contribuiu para a retração nas compras do consumidor para o setor.

    Apesar disso, 30% das empresas analisadas pelo relatório da Abramat têm perspectivas positivas para 2023. “Estamos otimistas para 2023 e acreditamos na melhora do setor como um todo, levando em consideração as projeções da FGV, que indicam um crescimento de 2% para este ano”, diz Gomes.

    Na visão do gestor de comunicação da Mostracor Blog das Tintas, todas as empresas terão que acelerar suas inovações tecnológicas para se adaptarem ao novo perfil de consumidor deste ano, e o setor de tintas pode impulsionar o crescimento deste mercado. “Esperamos contribuir com este cenário, trazendo boas opções para as compras de tinta para parede e uma variedade em combinação de cores”.

    Para mais informaçoes, basta acessar: https://mostracor.com.br/

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