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    Roberto Livianu, Presidente do Instituto Não Aceito Corrupção é indicado ao CNJ

    O Ministério Público do Estado de São Paulo indicou na última terça-feira (06/06), o Procurador de Justiça Roberto Livianu para disputar a vaga destinada aos Ministérios Públicos estaduais no Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

    Neste mês em que completa trinta e um anos de caminhada no Ministério Público do Estado de São Paulo (MP-SP), o Procurador e Presidente do Instituto Não Aceito Corrupção (INAC) Roberto Livianu, candidato único à indicação recebeu expressiva votação da instituição que representa. A eleição, por voto eletrônico, aconteceu das 9 às 17 horas, com a participação de 90,6 % do total de votantes.

    Roberto Livianu comemorou o “grau significativo de participação da instituição” e disse que se sente “muito honrado, legitimado e fortalecido pela expressa votação recebida para lutar para representar o Ministério Público do Estado de São Paulo no CNJ”.

    Com o apoio do Procurador-Geral de Justiça Mário Sarrubbo e do Presidente da Associação Paulista do Ministério Público (APMP), Paulo Penteado, Livianu também poderá ser indicado, para estar na lista tríplice, na votação que ocorrerá na quarta-feira (14/06), no Conselho Nacional de Procuradores Gerais, endereçada à Procuradoria Geral da República (PGR).

    Sobre

    Livianu, que é doutor em direito pela USP, ingressou no MPSP com 23 anos de idade, tendo atuado no litoral como Promotor Substituto, além do Júri em Santo Amaro, Promotorias Criminais da Capital e Procuradorias de Justiça de Direitos Difusos e Coletivos e na área Criminal. Também integrou o gabinete do Procurador-Geral de Justiça por 10 anos, nas áreas de comunicação e relações institucionais, informatização, cidadania, meio ambiente e Assessoria Jurídica do patrimônio público.

    Atualmente também é presidente do Instituto Não Aceito Corrupção (INAC), uma associação civil, nacional e apartidária, sem fins econômicos, fundada em 2015. Hoje já é admitido junto à OEA e membro do Pacto Global da ONU.

    A entidade atua em quatro frentes: pesquisa, políticas públicas, educação e mobilização da sociedade utiliza dados concretos para realizar discussão profunda, crítica e qualificada de leis e projetos de lei, de modo a contribuir para a edificação e aprimoramento de regras eficientes no enfrentamento do mau uso dos recursos públicos. Livianu foi presidente por três mandatos do Movimento do Ministério Público Democrático.

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